Story cover for Vida Normal by MariaEduaarda8
Vida Normal
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Continúa, Has publicado abr 13, 2016
Sonho de todos adolescentes e ser popular, rico, poderoso. Não o dela...
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7 partes Continúa
Durante cinco anos, eu fugi. Fugi da minha família, da minha casa, do meu legado... mas, acima de tudo, fugi de mim mesma. Tentando abandonar o passado que, por mais que eu tente ignorar, sempre encontra uma forma de se enroscar em mim. Porque, sempre que fecho os olhos, sinto a magia percorrer minhas veias, inquieta, pulsante, implorando para se libertar. Querendo, a qualquer custo, consumir tudo o que vê pela frente. Mas eu não posso. Não posso me permitir fraquejar. Não posso permitir que ela - ou eu - cause estragos de novo. Mas agora... aqui, diante de seu caixão. Diante de tudo que deixei para trás... eu a sinto. Essa mesma magia. Mais forte. Vibrando por baixo de minha pele como um coração que finalmente acordou. Ela chora em alívio, como se estivesse... feliz. Como se estivesse em casa. Dou um passo à frente, minhas mãos frias tremem apesar do silêncio respeitoso da sala. O cheiro de flores pesadas e incenso enche o ar, misturando-se ao aroma antigo da madeira escura que tanto me lembra minha infância. Um arrepio percorre minha espinha quando encaro o rosto imóvel de Morgana Hawthorne - a mulher que tentou me ensinar a controlar aquilo que corre em meu sangue. Aquilo que agora me chama. Quero recuar. Juro que quero. Mas meus pés não se movem. O ar ao meu redor parece mudar - mais denso, mais frio - e, por um instante, sinto o mesmo arrepio antigo que sempre precedia os ensinamentos da minha avó. A sensação de que não estou sozinha. De que nunca estive. No entanto, uma voz - suave, quase como um pensamento esquecido - ecoa dentro de mim: "Hora de voltar, Kayle." E então, o caixão se fecha para sempre
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Durante cinco anos, eu fugi. Fugi da minha família, da minha casa, do meu legado... mas, acima de tudo, fugi de mim mesma. Tentando abandonar o passado que, por mais que eu tente ignorar, sempre encontra uma forma de se enroscar em mim. Porque, sempre que fecho os olhos, sinto a magia percorrer minhas veias, inquieta, pulsante, implorando para se libertar. Querendo, a qualquer custo, consumir tudo o que vê pela frente. Mas eu não posso. Não posso me permitir fraquejar. Não posso permitir que ela - ou eu - cause estragos de novo. Mas agora... aqui, diante de seu caixão. Diante de tudo que deixei para trás... eu a sinto. Essa mesma magia. Mais forte. Vibrando por baixo de minha pele como um coração que finalmente acordou. Ela chora em alívio, como se estivesse... feliz. Como se estivesse em casa. Dou um passo à frente, minhas mãos frias tremem apesar do silêncio respeitoso da sala. O cheiro de flores pesadas e incenso enche o ar, misturando-se ao aroma antigo da madeira escura que tanto me lembra minha infância. Um arrepio percorre minha espinha quando encaro o rosto imóvel de Morgana Hawthorne - a mulher que tentou me ensinar a controlar aquilo que corre em meu sangue. Aquilo que agora me chama. Quero recuar. Juro que quero. Mas meus pés não se movem. O ar ao meu redor parece mudar - mais denso, mais frio - e, por um instante, sinto o mesmo arrepio antigo que sempre precedia os ensinamentos da minha avó. A sensação de que não estou sozinha. De que nunca estive. No entanto, uma voz - suave, quase como um pensamento esquecido - ecoa dentro de mim: "Hora de voltar, Kayle." E então, o caixão se fecha para sempre