The Small Town

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Apr 16, 2016
"Estou cansada desse mundo, espero que as pessoas mudem.." Fui feita de trouxa inúmeras vezes, talvez meu sobrenome devesse ser: idiota. Eu acreditei em um garoto que por um momento pensei que podia ser meu futuro. Você deve estar pensando que essa história é de uma garota bobinha que pensa que términos de namoro são motivos para o suicídio, mas não, não é bem assim. Na pequena cidade onde habito, não há esperança de uma personalidade nova, ninguém se muda pra cá, e as pessoas que já nascem aqui possuem um cérebro do tamanho de um ovo, pode parecer clichê mas sim, eu sou diferente das pessoas e deve ter sido por isso que eu nunca fui de ser popular ou fazer mais de duas amizades na escola. Eu possuía uma ilusão sobre o Ensino Médio, achava que as cabeças dos jovens seria mais aberta e no meio de uma multidão, encontrei uma pessoa assim, mas todos na cidade dizem que ele é perigoso. Se eu vou ligar pra o que as pessoas dizem? É óbvio que não. Não sei muita coisa sobre ele, mas sei que se chama Zayn.
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A casa nunca pôde ser vendida. E agora, também não pode ser abandonada. Eles cresceram dividindo o mesmo teto, o mesmo quintal e uma rivalidade silenciosa que nunca foi resolvida. Anos depois, são obrigados a voltar - juntos. Com a crise do negócio criado por seus pais, amigos inseparáveis desde a faculdade, um acidente encerra tudo de forma abrupta. Após a morte deles, resta apenas a antiga casa da família e uma vinícola, presas a cláusulas que impedem sua venda e os obrigam a compartilhar até que todas as pendências sejam resolvidas. Conviver novamente significa enfrentar silêncios antigos, memórias que insistem em permanecer e uma proximidade impossível de ignorar. o contrato é claro, A vinícola não pode ser vendida pelos próximos 5 anos após mortes dos sócios-fundadores, a administração deve ser conjunta - nenhuma decisão estrutural pode ser tomada sem assinatura dos dois, caso um dos dois abandone a gestão, sua parte é automaticamente perdida, a casa principal não pode ser vendida nem alugada e dívidas anteriores devem ser quitadas antes de qualquer divisão de lucros. Quando algo do passado ressurge, ameaçando o frágil equilíbrio que construíram, tudo começa a desmoronar. Verdades esquecidas, escolhas mal resolvidas e um acontecimento que nunca foi totalmente explicado retornam para abalar não apenas a convivência, mas tudo o que eles acreditavam saber um sobre o outro. O que era para ser temporário se transforma em convivência inevitável. E o que parecia apenas solução rápida... seria o começo ou o fim de algo?

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