De Repente... Rica!

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WpMetadataNoticeDernière publication mar., mai 10, 2016
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Fiction
Romance
Olá! Eu sou Luna, tenho 16 anos, cabelos pretos até os seios e tenho olhos heterocromáticos: o esquerdo é azul e o direito é acinzentado. Minha família era humilde... Era... Pois meus pais morreram num acidente, e com isso, me deixando sozinha no mundo. Vou morar com minha tia Samara e meu primo Eddy, minha tia é rica, tipo muito mesmo!, ela falou que ia me tratar como se eu fosse sua filha e me mandaria para o melhor colégio de Paris, onde ela mora, ela disse: "lá está cheio de garotos lindíssimos, e como você também é uma linda, eles com certeza vai querer namorar você!", o que eu realmente não quero, eu só quero viver uma boa carreira como uma boa estudante do ensino médio. Bom, agora eu estou em um avião para Paris, onde viverei o resto de toda a minha vida e estou disposta a não me apaixonar tão cedo! PLÁGIO É CRIME!!
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PLÁGIO É CRIME!!! *OBRA CONCLUÍDA* Quando eu, Rebecca Albuquerque, tive que me mudar para Uberlândia, nunca imaginei que conheceria pessoas e lugares fantásticos... Mas, aqui estou contando a cada um que estou perdidamente apaixonada por um par de indesvendáveis olhos verdes. Ele entrou na minha vida e no meu coração. Mexeu com os meus sentimentos. Me fez ter comportamentos que eu jamais pensei que teria e fez tudo isso sem uma cláusula sequer. Cada vez que aquele garoto esboçava um sorriso, por menor que fosse, era como se todo o meu corpo perdesse as forças. Eu me perdia em seus olhos, sorrisos e lábios. Tive novas experiências e amizades. Precisei guardar segredos. Apesar de que não esperava que diante de uma esfera tão amistosa houvesse pessoas próximas a mim que também viviam em silêncio. A curiosidade sempre foi um dos meus maiores defeitos, por isso, diversas vezes me colocava em maus lençóis. Mas, isso era tão grave para atrair olhares perversos? Então, passei a ser atormentada por minhas colegas de sala, não entendo se por minhas características físicas peculiares ou por minhas ações. Até o momento era algo comum de adolescência, só que ser perseguida por uma pessoa sequer tinha motivos (que eu conhecesse) para isso não fazia parte do roteiro.

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