My Guardian Angel

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Feb 10, 2017
Quando você perde as pessoas mais importantes da sua vida, seus únicos amigos, companheiros, sua única família, você percebe que seu mundo dependia deles para existir. E sem eles nada mais teria graça, seu mundo não giraria mais na mesma frequência, a dor seria intensa, o sofrimento seria constante, a solidão seria aterrorizante e os pedaços do seu coração pareciam que nunca poderiam ser reconstituídos. E quando tudo parece não ter mais volta, algo maior do que a gente nos surpreende, colocando a pessoa certa em nossa vida quando a gente perde as esperanças. Uns chamam isso de destino, outros de sorte, outros apenas coincidência. Eu não sabia muito bem no que eu acreditava, eu só sabia que eu acreditava nele. Acreditava que ele poderia ser meu anjo da guarda que me salvaria desse mundo terrível e me traria de volta as esperanças perdidas.
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Sua vida não era algo da qual ela gostasse, nem seu trabalho algo do qual se orgulhasse. Ser pisada e humilhada por uma sociedade que em sua grande maioria é preconceituosa, não deve ser algo que se enquadre nos planos de alguém com apenas vinte e cinco anos. Nessa idade você se imagina trabalhando na área que escolheu, rodeada por amigos e família. Também imagina, que toda a vez que põem o pé pra fora de casa, numa madrugada que sabia ser fria em Boston, é porque provavelmente é fim de semana e você irá a algum pub com esses amigos... Porém as madrugadas fora de casa de Anahi, não eram apenas aos finais de semana, e muito menos em um pub. A vida lhe dava rasteira atrás de rasteira e ela tinha que lutar todos os dias para seguir em frente. Porém "pero mira que bella es la vida, te sorprende quando menos crees". O destino resolveu se apiedar dela, colocando em seu caminho o jornalista Ian, só que ele não vinha sozinho, trazia em sua bagagem uma mãe que era desse lado preconceituoso da sociedade, e um irmão que mesmo que não fosse igual a mãe, ignorava a existência dessas pessoas que para eles, os ricos, eram consideradas o virus da sociedade. Esse era Alfonso, que tinha um plano de vida pronto, e uma ideia muito bem formada sobre pessoas como Anahí, sobre prostitutas. Porém, o que acontece quando seu irmão está empenhado em ajudar aquela mulher que até então ele tentava esconder que existia? E o que acontece quando sem querer ele já se via extremamente envolvido nisso tudo? E pior (ou melhor), quando a razão briga com o sentimento, quem devemos deixar vencer?

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