Story cover for "GUERRA INTERIOR"  by s_s_neres_
"GUERRA INTERIOR"
  • WpView
    Reads 1,029
  • WpVote
    Votes 51
  • WpPart
    Parts 14
  • WpView
    Reads 1,029
  • WpVote
    Votes 51
  • WpPart
    Parts 14
Ongoing, First published May 06, 2016
"Apenas duas escolhas irão decidir seu final; escolher matar todos aqueles que lhe traíram; ou achar refúgio no amor, e ser morta".

Malorie se vê presa num mundo, que para muitos é fantasia, uma Guerra distante de confrontos e catástrofes objetivos, uma Guerra para a mente; uma guerra psicológica; uma Guerra Interior.

Um drama, bastante diferente, que à leva ao limite. Quando começa a sofrer bullying na escola, se vê em uma via de mão dupla, fingir não se importar, ou simplesmente acabar de vez com essa história sem sentido e começar a agir drasticamente?. 

 Quando finalmente ela acha que está se saindo da situação, encontra um refúgio, uma pessoa que muda seu jeito de vê o mundo. Mais é tragicamente assassinado, pelas pessoas que ela acreditava ser seus melhores amigos. Despertando sua fúria. 

"O combustível que ela precisava?".
All Rights Reserved
Sign up to add "GUERRA INTERIOR" to your library and receive updates
or
Content Guidelines
You may also like
The Wrong Jung │Chiyeon - babymonster by lluvvthe
30 parts Complete
Pharita quebrou Chiquita de um jeito que ninguém viu, mas que todo mundo sentiu. Foi um estouro silencioso, do tipo que deixa o peito ecoando por dentro. Dois anos de namoro jogados no chão com um beijo escondido - e não em qualquer boca. Pharita traiu Chiquita com a única garota que Ahyeon, sua irmã, amava em segredo, no escuro, do jeito mais solitário possível. E naquele instante, alguma coisa em Chiquita morreu. Outra coisa nasceu. O nome disso? Ódio. Ela odiou Pharita, claro. Mas não parou aí. Odiou tudo que lembrava ela. O sobrenome. A família. A Ahyeon, que sempre a olhou como se soubesse de alguma coisa que ela não sabia. Ahyeon, que odiava Chiquita desde o início. Que nunca escondeu o desprezo. Que sempre teve aquela cara de quem torcia pra tudo desmoronar. E quando desmoronou, foi ela quem ficou do outro lado da sala, cruzando os braços, dizendo: "Eu avisei." Só que a dor delas tinha o mesmo gosto. E é aí que tudo começa a sair do controle. Elas decidem fingir. Fingir que se amam. Fingir que estão juntas. Fingir tão bem que ninguém duvide - nem mesmo elas. Começa com fotos forçadas, provocações públicas, sorrisos ensaiados pra doer em quem assiste. Um jogo de ego e vingança, onde cada toque é um ataque. Só que o jogo não para onde deveria. Nunca para. Chiquita começa a olhar demais. A pensar demais. E Ahyeon começa a vacilar. As respostas dela já não vêm tão afiadas. Os olhares duram um segundo a mais do que deveriam. E é nesse meio do caminho - entre a mentira e o que talvez nunca foi - que a verdade encosta no peito de Chiquita feito uma lâmina: Talvez o erro nunca foi amar uma Jung. Talvez o erro foi ter amado a errada. A mentira começa a doer mais que a traição. E no fundo do ódio, as duas descobrem que a raiva sempre foi só um disfarce pro que elas nunca tiveram coragem de sentir de verdade.
You may also like
Slide 1 of 10
O Que A Morte Significa Para Mim? cover
Chain of Fire cover
Minha querida Taliça cover
Minha Salvação cover
ʰʸᵘⁿʲⁱⁿ ᵃᵒ ˢᵉᵘ ᵈⁱˢᵖᵒʳ ⚤ cover
A Última viga cover
Escondido nas Sombras (LIVRO 3) - Mistérios de Greenworsh cover
The Wrong Jung │Chiyeon - babymonster cover
dança das sombras. cover
O Escolhido  cover

O Que A Morte Significa Para Mim?

27 parts Ongoing

Mallory é uma adolescente de dezesseis anos, mas não como qualquer adolescente fútil dessa mesma faixa etária, Mallory é a representação perfeita da melancolia, ela é pura literatura. Escrevendo em um diário, ela expõe e descreve como a depressão chegou em sua vida e a mudou completamente, mas óbvio, em formato de poesia, pois a escrita é mais bonita. Uma garota depressiva que visita o cemitério como uma forma de escape, não parece ser clichê, parece ser estranho e curioso para o coveiro que a observa com frequência. Por consequência da depressão, a morte se tornou uma solução lindamente pensada e estruturada, algo que alguém em sã consciência jamais pensaria, mas ela... Ela apreciava aquilo e adorava opinar sobre como a morte resolveria seus problemas e a levaria ao encontro de seus amados pais. "Eu não tenho que ser perfeita, eu tenho que ser eu! Não é?" Plágio é crime!