"Você chegou envolta numa membrana de fumaça de Marlboro e indiferença, como num filme dos anos 60. Me embalou e cantou para mim, canções do Lou Reed. Me fez James Dean, em Juventude Transviada. Desconstruiu meus conceitos. Me afogou em suas ideologias. E me fez descobrir minhas verdadeiras ambições.
Eu só queria uma moto, uma garrafa de Red Label, um maço de cigarros e você na minha garupa. Você era uma cantora indie, sem perspectivas, mas que transbordava sonhos. Sua voz melancólica expunha à tua alma e deixava todos encantados. Você tinha uma alma jovem, mas já conhecia o pior do mundo.
Me apaixonei por você apesar de todos os teus defeitos e de todas as suas convicções. Mesmo estando ciente que você era uma mulher repleta de paixões passageiras; que não ficava por muito tempo.
Você nunca me prometeu nada, sempre deixou claro que precisava rodar pelas estradas buscando qualquer merda. Precisava sentir o universo. Mas foi inevitável, eu caí nos teus encantos. Teu amor é enfermidade. Você vive em tons frios, seu coração é inquebrável."
Knee Socks é um romance bem dramático; é baseado em várias músicas da Lana Del Rey e do Arctic Monkeys
A personalidade da Lana, interpretada pela Kate Desvisious , é muito semelhante a de Lana Del Rey, ambas tem ideologias loucas. Na trama ela é uma cantora que fugiu de casa e veio se aventurar em LA, porém, ela parou de cantar assim que decidiu fugir de casa
Mosby Snatllin, é um personagem criado por mim, ele é bem sofredor , estilo crawling back to you, bem Alex Turner. Ele era um estudante de direito, mas comprou uma Harley e entrou pkkkara um clube de motos, Sons Of Anarchy , amo esse nome, amo essa série, enfim. Agora ele roda pelas higways dos EUA haha.
Essa fic têm trechos de músicas e de algumas citações tumblr.
Boa leitura.
Em 2016, aos 27 anos, Taylor era indiscutivelmente uma das maiores artistas do mundo. Seu álbum 1989 havia quebrado recordes, redefinido sua carreira e marcado sua transição definitiva para o pop. A 1989 World Tour terminara com aclamação e aplausos em todos os cantos do mundo. Mas a calmaria foi breve. Naquele mesmo ano, Taylor se via no centro de uma das maiores polêmicas de sua trajetória: o conflito com Kanye West e Kim Kardashian. O áudio divulgado por Kim - supostamente desmentindo Taylor - a transformou de "namoradinha da América" a "cobra manipuladora" da internet, segundo os tabloides. Era o início de uma tempestade pública que ameaçava tudo o que ela havia construído.
Ela tentava respirar. Se reconstruir. Planejava seu próximo álbum - ainda sem nome, sem data, sem direção definida. Apenas sabia que precisava falar. Sobre dor. Sobre verdade. Sobre recomeço. No campo amoroso, seu nome ocupava colunas de fofoca ao lado de Tom Hiddleston. Eles se conheceram em janeiro daquele ano. Após o Grammy, no after party. A química era evidente. E embora ele fosse gentil, carismático e atencioso, Taylor sabia, no fundo, que aquilo não era o que ela realmente buscava. Era bom. Mas era raso. Seguro demais. Limpo demais.
Duas mulheres.
Dois mundos distintos.
E um destino pronto para se entrelaçar sob os holofotes que tanto iluminam quanto queimam.