Nada que dois dedos de prosa, um banco flutuante no céu, amor, vozes e vida não sejam capazes de descrever. Moldei-a, vivi para cria-la, sorri, formamos juntos um ser somente, um ser que escreve.
Dois mundos diferentes, mas entre eles um amor que não se explica. Um amor proibido que de todos escondemos. E só a gente sente. E por este amor sofremos...