O idiota do meu vizinho

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Oct 10, 2016
Meu nome é Alana Watson, tenho 17 anos, estou no meu último ano no colégio, moro com minha mãe Ária Mason, minha irmã Rebeca Watson e meu padrasto Edgar Mason em Miame. Meu pai William Watson morreu quando eu tinha 7 anos e Rebeca tinha 6 anos de idade, dentro da nossa própria casa, eu e minha irmã não vimos a cena de sua morte, mas vimos ele antes de morrer, desde então nossa vida mudou. Sete anos depois que nosso pai morreu, nossa mãe casou com Edgar, um idiota que vive gastando dinheiro com bebida e bebendo em bares, as vezes até agride nossa mãe. Nossa vida irá mudar depois que nossa mãe se mudar para Londres, porém irão para um lugar muito pequeno para 4 pessoas viverem, então eu e minha irmã iremos morar com nossa tia Anna.. Eu e minha irmã teremos que aprender a lidar com amigos novos, momentos novos, casa nova e colégio novo, será que vamos conseguir viver nessa cidade nova?
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Em um momento de rebeldia (como sempre), o pai de Sophie se cansa de sua malcriação e decide levar toda a família para passar uma temporada na Dinamarca, já que ele planeja expandir sua grande empresa de advocacia. O que Sophie não esperava era que seu pai a colocaria em uma escola de bons modos, onde ela conheceria Emma Lancaster, a princesa da Dinamarca. Sophie já a desprezava; odiava estar em um lugar onde havia uma princesa estudando, já que todos falavam de sua perfeição. Para ela, "ninguém é tão perfeito", e ria quando chamavam a princesa de "paz". A partir do dia em que se tornaram colegas de dormitório, Sophie sabia, bem lá no fundo, que Emma iria virar seu mundo de ponta cabeça. Emma sentia o mesmo, mas ambas estavam cegas por frustração, confusão e um ódio destilado uma pela outra. Emma não suportava a presença de Sophie; detestava ter sua cadeira na hora do almoço na frente da dela e nunca olhava para cima, apenas para a comida. Tinha raiva de olhar para aquela garota tão repugnante. Ela só poderia ser o caos em pessoa, e jamais se juntaria ao caos, nem por um momento. Era isso que elas pensavam, mas até seus gostos voltarem a fazer sentido, as piadas voltarem a ser engraçadas e a companhia se tornar pelo menos um pouco agradável, as risadas e as vozes voltarem a ser boas de ouvir... e o desejo pelo toque ressurgir com toda força. Suas mentes e corações poderiam gritar para que não se aproximassem, que não ficassem juntas, mas suas almas se esforçavam cada vez mais para que isso acontecesse. A alma de cada uma clamava pelo amor... Mas será que aconteceu? Dessa vez, o ditado "Os opostos se atraem" funcionou? Ou seria mais apropriado dizer que "Os opostos se atraem, mas não funcionam juntos"? Elas vão se amar? Vão se entregar? Deixar o mundo virar de ponta-cabeça? Deixar seus hobbies e vícios serem julgados e ordenados a parar? Deixar tudo aquilo que defendiam ir embora com o vento?

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