[...]
- Você mentiu pra mim, pensei que me amasse. Mas me traiu. Não sei como fui tão boa. Eu sou uma idiota!
Cuspi as palavras deixando lágrimas caírem.
- Eu te amo.
Eu só não sabia,por favor me perdoe.
Ele falou.
- Mande arrumar suas malas, pois amanhã irá embora, e até lá não quero te ver.
Digo friamente e saio com uma postura rígida, me forçando a não derrubar uma lágrima.
Mas ao chegar no meu quarto desabo na cama pensando.
'Por que eu? Por que sempre eu?'
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