Ser livre...eu posso contar nos de uma só mão todas as vezes que me senti realmente livre nesses meus 19 anos. É meio difícil se sentir livre quando quase todos de New Orleans pensam que conhecem a sua história e te jugam com o olhar.
Vejam bem, minha vida sempre foi uma bagunça. Nunca conheci meu pai, fui criada apenas pela minha mae, que é uma ex prostituta e a cinco anos perdi meu irmão mais velho em um acidente de moto.
Sempre pensei que ia crescer, encontrar um cara legal, casaria, compraria uma casa com cerca branca e jardim para os meus filhos. Mas hoje eu tenho certeza que minha vida não passa nem perto desse comercial de margarina. Uma prova disso?! Peguei meu namorado me traindo a dois meses atrás com uma vadia plastificada e agora estou aqui em frente a uma das mais respeitadas faculdades do país com menos de 200 dólares no bolso, uma mala e uma mochila.
Meu nome é Stella Riley e essa é a história de como eu cometi o meu maior pecado.
ATENÇÃO:
Esse livro está cheio de erros. Pretendo editar o mais rápido possível. Espero que entendam.
SINOPSE:
Eu nem acredito, que depois de anos vivendo no Brasil, onde eu nasci, onde construí minha vida, onde fiz amizades e paixões, onde havia aprendido muitas coisas, onde eu tive a liberdade de passear no meu lar, vendo as árvores, os pássaros cantando felizes, as pessoas boas que contagiavam os seus sorrisos, depois de tudo que aconteceu aqui, vou morar em um outro país, onde eu só passava as férias para ver minha família. Agora eu ia ver todos os dias meus familiares e passar, muito, mas muito frio.
Eu sei que deve ser exagero, que eu devia estar feliz de ficar um ano finalmente no meu verdadeiro lar, mas pensa numa adolescente exagerada e sensível, largando tudo o que cicatrizou num lugar onde achava que fosse seu lar.
Eu estou confusa, exausta de tanto pensar e imaginar...
Abandonar minhas amigas, minha família da parte de pai(que não são tanta gente que nem a família da parte da minha mãe),minha escola, meu quarto,...
Eu sei que isso tudo vai ter um fim. Mas viver um ano, pra mim, é muita coisa.
Meus pais acharam que eu estava muito triste esses dias. Por isso me deram um diário, que era da minha avó que estava todo usado.
Rasguei todas as folhas usadas e comecei a utilizar a parte vazia.
Que saco. Escrever não é pra mim. Ou será que é?
Capa feita por: @MileneCristy