Minha vida estava òtima sendo os maiores gângster , e assasino do país. Até conhecer a "Lana" filha do maior empresàrio do país.
Óbivio que venerava seu dihheiro ; e como todos sabem tudo que eu quero eu consigo .
Mais o que eu não imaginava era me encantar por uma menina linda e mimada. Eu tentava fuigir dos meus sentimentos mais era mais forte que eu . Eu precisava esquece - la e apenas pensar em sua morte .
Eu não queria fazer isso com ela mais apenas só havia uma escolha e uma morte "ou eu matava ou eu morria ".
E o que todo mundo sabia era que o assasino canadense estava de volta. O melhor era que todos sempre sentiam medo de mim pois sabe que minhas mortes são violentas , inesqueciveis e dolorosas...
Mais minha vida inteira mudou depois de me apaixonar por minha vitima. Lana Midderson .
^oney one choice , duas vidas com apenas uma escolha ^
22 Kapitel Abgeschlossene Geschichte Erwachseneninhalt
22 Kapitel
Abgeschlossene Geschichte
Erwachseneninhalt
Morrer é uma surpresa. Sempre. Nunca se espera. Nem mesmo o paciente terminal acha que vai morrer hoje ou amanhã. Na semana que vem talvez, mas apenas se a semana que vem continuar sendo na semana que vem.
Nunca se está pronto. Nunca é a hora. Nunca vamos ter feito tudo o que queríamos ter feito. O fim da vida sempre vem de surpresa, fazendo as viúvas chorarem e entediando as crianças que ainda não entendem o que é um velório (Graças a Deus).
Com meu pai não foi diferente. Na verdade, foi mais inesperado. Meu pai se foi com 36
anos, a idade que leva muitos músicos famosos. Jovem. Moço demais. Meu pai não era músico nem famoso, o câncer parece não ter preferência. Ele se foi quando eu ainda era novo, descobri o que era um velório justamente com ele. Eu tinha apenas 16 anos, o suficiente pra sentir saudade pelo resto da vida. Se ele tivesse morrido antes, não existiriam lembranças. Nem dor. Mas também não haveria um pai na minha história. E eu tive um pai.
Tive um pai que era duro e divertido. Que me colocava de castigo com uma piadinha pra não me magoar. Que me dava um beijo na testa antes de dormir. Que me obrigou a amar o mesmo time que ele e que explicava as coisas de um jeito melhor que a minha mãe. Sabe? Um pai desses que faz falta.
Ele nunca me disse que ia morrer, nem quando já estava deitado cheio de tubos. Meu pai fazia planos para o ano que vem mesmo sabendo que não veria o próximo mês. No ano que vem iríamos pescar, viajar, visitar lugares que nenhum de nós conhecia. O ano que vem seria incrível. Eu vivi esse sonho com ele.
Acho, tenho certeza na verdade, que ele pensava que isso daria sorte. Supersticioso. Pensar no futuro era o jeito dele se manter otimista. O desgraçado me fez rir até o final. Ele sabia. Ele não me contou. Ele não me viu chorar a sua perda.
E de repente o ano que vem acabou antes de começar.