Talvez não fosse bom descrevê-la. Que tal vivê-la? Uma história esboçada sob a pressa do dia a dia, mas que teve por inspiração justamente o dia a dia de uma sociedade sem livros. Talvez a princípio possa ter uma impressão diferente do que o título possa nos propor. Antecipo, porém, que a narrativa acontece numa cidade do interior da Amazônia, podendo, assim, vivermos e conhecermos ações típicas da região, mais especificamente no interior do estado do Pará, Brasil. Vejamo-la!
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