O menino que sofreu

O menino que sofreu

  • WpView
    LECTURES 297
  • WpVote
    Votes 13
  • WpPart
    Chapitres 13
WpMetadataReadContenu pour adultesTerminé jeu., août 18, 2016
Tous Droits Réservés
Rejoignez la plus grande communauté de conteursObtiens des recommandations personnalisées d'histoires, enregistre tes préférées dans ta bibliothèque, commente et vote pour développer ta communauté.
Illustration

Vous aimerez aussi

  • My Cure is You - Supercorp/Karlena
  • Ela ainda vai me lembrar você, que odio
  • LOVE HURTS (G!P)
  • Guia do Perfil
  • Uma babá estilista
  • Cartas para o meu 2025
  • 𝐀dolecente 𝐕𝐒 𝐀mor
  • Concurso Literário PAPIROS DE ALEXANDRIA - Fechado.
  • 𝓗𝒚𝒑𝒆 𝓑𝒐𝒚 ➳ 𝓑𝒊𝒏𝒉𝒐 𝓒𝒉𝒊𝒒𝒖𝒊𝒕𝒊𝒕𝒂𝒔
  • AS 48 LEIS DO PODER ROBERT GREENE

Abandonada quando bebê em frente a um quartel do exército, Kara cresceu entre armas, disciplina e sobrevivência. Treinada desde cedo, ela ingressou na faculdade de medicina aos 16 anos enquanto ainda servia ao exército. Mas uma missão fracassada mudou tudo. Capturada junto a seus companheiros, ela sobreviveu a alguns meses de tortura, alucinações, desidratação, fome e dor. Ao escapar e salvar os poucos colegas vivos incluindo cinco superiores que mal davam um passo sozinhos, ela decidiu deixar para trás a carreira militar - saindo com a patente de general após ser convencida a liderar o exército em uma última missão no Iraque - e mergulhou de vez na medicina, tentando enterrar os fantasmas que nunca a deixaram. Anos depois, Kara trabalha como chefe da neuro em um dos hospitais mais respeitados do país, onde conhece Lizzie, uma garotinha com um tumor cerebral que precisa de tratamento delicado até a hora da cirurgia, o que não foi determinado por nenhum especialista anterior e sim por ela. Kara, embora não seja pediatra, se envolve no caso e na vida da menina de um jeito inesperado. O que ela não esperava era se aproximar também de Lena, a mãe da garotinha - uma mulher forte e decidida, dona do hospital, que carrega suas próprias dores. Kara e Lena irão descobrir que, às vezes, a cura que mais precisamos não é para o corpo... mas para aquilo que insistimos em esconder do mundo - e delas mesmas.

Plus d’Infos
WpActionLinkDirectives de Contenu