O Último Segredo

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WpMetadataNoticeÚltima publicación sáb, jul 16, 2016
É um tempo bom de viver, para alguns, para aqueles que vivem em Egrowlfield, que é basicamente um estado-país onde existem governantes e regras, assim como era à 156 anos atrás, mas a principal diferença, é que aqui, no futuro, as pessoas são controladas, seguem regras porque querem viver mais tempo. Depois da grande guerra onde grande parte da população mundial acabou morta, o resto da população ficou dividida entre os quebra-regras, que costumamos chamá-los de incontroláveis, eles moram fora de Egrowlfield, o lugar nunca foi especificado, mas todos falam que é um lugar completamente perigoso e que todos os tipos de crime são comuns, e os egrowlpeoples, os moradores de Egrowlfield, mas explico a divisão depois. Quando o resto da população decidiu se unir, implantaram regras, mas todos deveriam seguir, para a paz reinar, é claro. Foi quando criaram os chips. Basicamente, esse chip é colocado em você quando você nasce e quando você completa 16 anos, o chip aciona e você terá 50 anos como pontos, caso quebre uma regra, anos diminuem no chip, caso consiga viver até 40 anos, você ganha mais 40 anos no chip, se sobreviver mais 30, você ganha mais 30 anos, e assim vai... Mas, voltando na parte da divisão, quando colocaram os chips nas pessoas, perceberam que o corpo de algumas pessoas rejeitaram o chip, que por sua vez, foi expulso pelo corpo antes que se ligasse diretamente a varias veias vitais. Essas pessoas se tornaram os quebra-regras. Meu nome Maya Pier, filha de Stephan e Noemir Pier, tenho 18 anos, mas quando completei meus 16, descobri que meu chip não se ligou as minhas veias, mas não foi expulso pelo corpo, e nele também existe meu DNA, ou seja, o governo ainda tem minhas notas vitais. Apenas meus pais e meu médico, que é meu tio, a partir dele que eu soube do meu chip, enfim, apenas eles sabem e ninguém mais pode saber.
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  • ophelia • pietro maximoff

"Eu vejo gente morta." Ok, essa frase já é um baita clichê, mas no meu caso, é verdade. Desde que nasci, eu vejo como as pessoas vão morrer nos próximos minutos - e nada do que eu faça pode mudar isso. Já tentei impedir, já rezei, já fingi que não via... Mas a morte parece se divertir comigo, transformando cada tentativa de salvação em um final ainda mais absurdo. Então, o que eu fiz? Me tornei especialista em ignorar. Melhor ainda: fiz disso um estilo de vida. Aos 28 anos, vivo como nômade, evitando qualquer laço emocional e trabalhando como leitora crítica de manuscritos. Sim, eu sou paga para ler livros ruins e encontrar os que têm potencial. Um sonho para uns, um pesadelo para quem já não aguenta mais fanfics disfarçadas de romances. Mas meu maior problema não são os clichês literários. O problema é quando eu começo a ver mortes... que não deveriam acontecer. Assassinatos que ainda não aconteceram, mas estão prestes a rolar. E, pela primeira vez, talvez eu tenha um jeito de mudar a história - ou de acabar como mais um spoiler da morte. Uma história sobre sarcasmo, mortes inevitáveis e o prazer de rir na cara do perigo. Afinal, se a vida é um roteiro, eu já decorei o final.

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