O Hospital Do Medo

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jul 29, 2016
Eu estava tendo um sonho estranho: corria em lugar que parecia não ter fim, totalmente vazio, tudo branco, totalmente vazio, branco e sinistro. Olhava para trás mas não via nada, mas corria, pois sabia que algo me perseguia. Acordei com um grito de alguém ali perto. ~ Me chamo Larissa, tenho 15 anos, meus cabelos são compridos e negros. ~ Olhei ao meu redor e vi que estava em uma sala de hospital, seus aparelhos caídos no chão, sua maca deitada eu um canto da parede e eu, por algum motivo, estava escondida atrás dela. Me levantei e me olhei, estava apenas com um avental cirúrgico, descalça, com os cabelos soltos, muito pálida, meus pulsos estavam feridos com cordas amarradas, mas minha sorte era que elas estavam presas apenas a mim e não estavam me prendendo em nada. Olhei a maca e vi que as outras pontas das cordas estavam amarradas a ela, como se eu já houvesse sido presa.
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Em uma pequena casa no interior de Ouro Preto morava o mais belo sorriso. Um cabelo da cor do fogo era visto pelos vizinhos sempre ao vento, enquanto a pequena corria pelo quintal. Aquele tão lindo olhar de menina foi aos poucos se esvaindo, o sorriso sumiu, os vestidos coloridos foram substituídos por roupas largas e sem vida. Gritos de dor podiam ser ouvidos, as paredes gritavam por socorro, os anjos clamavam por qualquer ajuda, pois um dos seus estava sendo ferido, de nada adiantou. O sol nascia, mas para ela, a escuridão era permanente e havia se tornado seu novo abrigo..., mas nem a escuridão pode protegê-la, ele a encontrou e tratou de lhe mostrar que poderia ser ainda pior que em seus pesadelos... Mas nada dura para sempre, nem a felicidade, nem a tristeza, mas se esqueceram, que existem as marcas que nenhuma maquiagem pode camuflar e existem as lembranças que vem através dos sonhos nos mostrar que tem coisas incuráveis e impossíveis de serem esquecidas e com ela foi assim. Corromperam o seu corpo, sua mente, seu coração e sua alma, lhe marcaram tão profundamente que nem mesmo o melhor cirurgião poderia lhe curar... Mãos grandes e ásperas tiraram daquele pequeno bairro a mais bela risada. Ela foi moldada a ferro, sangue e muitas lágrimas, mas suas súplicas jamais atendidas. "-Meu nome é Anne e essa é a minha história." AVISO: Conteúdo inadequado para menores de 18 anos. Obra baseada em Fatos. #PLÁGIO É CRIME! LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. Capa: NCdias

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