Abismo De Versos

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Jan 13, 2019
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Poetry
#7 em poesia (07/04/2017) #8 em poesia (02/03/2017) #5 em poesia (05/10/2016) #10 em poesia (08/09/2016) Poema, poesia ou apenas texto literário. Não importa, em alguns irá se ver. Alguns servirão como um espelho, onde você verá seu próprio reflexo. Outros, serão fotografias suas. O que interessa é que tudo é escrito para alguém ou por alguém. E muitas pessoas acreditam que são esse alguém. Já me servi de muita carapuça e confesso, em algumas me deliciei. Senti e sofri intensamente em textos dos quais eu nem era o foco. Ou acredito não ser. Espero não ser. Mas gostaria que fosse. Apesar da aflição de ser posta em pauta, existe um sentimento guardado de ser lembrada. Talvez toda a emoção de ler, seja esta: se procurar em cada letra. -------- Essa é minha primeira obra. Fiquei bem apreensiva quanto a deixar meu livro de versos publico. Mas os comentário que já fizeram em meus pequenos contos, me deixaram extremamente feliz. Muito obrigada a todos. E aos que estão chegando agora, que tenham uma boa leitura. Espero que gostem e adicionem.
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim. Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra. Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.

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