Prisioneira Do Amor

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Apr 11, 2025
"(Enquanto ela come eu a observo, ela é tão sexy e gostosa. Caralho preciso arrumar uma camiseta para ela porque essa visão de seus seios debaixo desse sutiã vermelho está acabando com a minha sanidade. A muitos anos não sinto nada assim, esse tesão que se instalou em mim. PORRA eu sei que não é certo mais eu não consigo parar de imaginar esse corpo delicado embaixo do meu em minha cama. Tenho que para com esses pensamentos. __Você poderia me dar uma carona até a cidade? Meu coração bate apertado com a possibilidade de me afastar dela. __Não posso Ela me olha confusa. Não vou deixar ela partir é muito perigoso. __Como assim não pode me levar? __É perigoso os caras que tentaram te matar estão vivos então eles vão tentar de novo __Chegando na cidade eu vou até a delegacia e..... __NÃO PORRA Ela se assusta e se encolhe na cadeira com lágrimas descendo pelo rosto, sinto raiva de mim mesmo por a ter assustado. Passo a mão pelos cabelos e começo a andar de um lado para o outro sem saber oque fazer, não posso deixar ela partir, ela é minha porra. Estou perdido em pensamentos quando ouso sua voz em um sussurro. __Porque eu não posso sair? __Você não vai sair daqui é perigoso pra você la fora bebê __Mais eu posso me cuidar eu vou pedir ajud.... __CARALHO você é minha PORRA entendeu agora? Você não vai sai daqui nunca mais )" Uma história de romance e obsessão que irá te envolver, um amor diferente mais muito quente. ... espero que gostem!
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Prólogo: Não sei a que pé estamos mas é um tempo de muita aflição, a maior parte das mulheres acima de 20 anos estão ficando estéril e apenas as de idade de 19 anos abaixo são capazes de dar filhos. Estou vendo mães vendendo suas filhas ou as dando de livre e espontânea vontade aos homens mais velhos. Eu sou uma delas. Estou desesperada. Não sei o que fazer. Eu: Mãe por favor não, não! Paula: Cale a boca menina! E se comporte entendeu? Não quero tê-la de volta! Eu: Como pode dar a sua própria filha? - eu já estava sem lágrimas no rosto, chorei tanto no caminho devo ter secado a fonte. Paula: Filha? Finalmente vou me livrar de você, só te aceitava por causa do seu pai mas agora, eu não suporto olhar pra sua cara, assassina! - aquela palavra, que me causava calafrios e me deixava petrificada, "assassina", ela ficava como um eco na minha cabeça. - Aqui está senhor. - a voz da mulher que eu chamava de mãe me tira do transe e um homem enorme vestido de capa está em minha frente. Ele entrega a Paula um saco contendo moedas de ouro e eu sou arremessada em seus enormes braços. O que será de mim?

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