Me Apoxonei Por Elas

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Oct 2, 2016
Uma adolescente passa por um efeito borboleta em sua puberdade; e vê tudo que viveu antes de seu aniversário de dezessete anos virar uma grande mentira pra todos em seu meio de convivência, mais para ela a grande farça de sua vida havia começado depois do dia treze de junho daquele ano; e agora ela estava a procura de explicações e desfazer as prisões que prendia seu passado e trazia a loucura em seu presente. Queria dividir aquilo tudo e olhava a sua volta já não via quem a entenderia e a ajudaria; sua melhor e única amiga na cidade, não iria entender, queria ela contar mais tinha certeza que jikoto não aprovaria nada de seu segredo, e o medo de que depois ela se afastaria ou agiria diferente e friamente, não deixou que Ha Ri Na fosse franca com Jikoto; então ela é obrigada a procura uma forma de fuga e entendimento sem a ajuda de ninguém mais ela se apoiava em alguns aspectos durante burttefly effeict. Ela também tem o ombro amigável de Iria-chan, que por apaixonar-se por ela a apoiava em tudo e foi para ele que ela decidi contar tudo.
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Depois de quase vinte anos longe, Agatha se vê novamente no caminho de casa que deixou para trás. Partiu como uma jovem cheia de sonhos e agora retorna à beira dos quarenta, carregando frustrações e angústias que jamais imaginou. A morte de Javier Vidal, que sempre foi um pai, a obriga a voltar para a cidadezinha em que crescera, mas o verdadeiro tormento não tem anda a ver com essa perda e sim com os fantasmas do passado, especialmente Rio. Agatha e Rio eram inseparáveis. Cresceram juntas, dividiram tudo e foram o primeiro amor uma da outra, como em um conto de fadas, aquelas histórias em que, ainda na infância, as almas gêmeas se entrelaçam. Mas enquanto Rio amava a vida na fazenda, os cavalos e o aconchego da cidade pequena, Agatha queria o mundo; sonhava com tribunais, livrarias imensas e cidades desconhecidas a serem exploradas. No fim, ela foi embora e Rio ficou. Agora, ao retornar à sua cidade natal, Agatha se vê forçada a encarar não apenas as consequências do que escolheu para si, mas principalmente, daquilo que abriu mão. Rio também mudou. O tempo e a dor a fizeram crescer, ela ficou, mas não é a mesma pessoa. Apesar de compartilharem a cicatriz de um amor que um dia acreditaram ser tudo, nenhuma das duas é mais a mesma pessoa. Elas não se conhecem mais. O que dói mais? O passado que deixamos para trás acreditando num futuro incerto cheio de sonhos e expectativas? O tão esperado presente que se revelou angustiante, sem ter nada do esperado? Ou o peso de olhar nos olhos de alguém e perceber que todo o seu futuro, toda a sua vida, poderia ter sido diferente? A pior parte é que a resposta para todos esses questionamentos se desdobra em outro: como fazer com que tudo seja diferente agora?

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