Ele vinha, ela ia. Eram opostos que se esbarraram na estrada da vida, e sonharam. Ele buscava sempre de forma fria ser calculista, e ela lindamente sonhava. Não eram bons uns com os outros, e não sabiam andar de mãos dadas, mesmo que os caminhos sempre fossem os mesmos. Ela calmaria, ele furacão. Ela, linda, paciente. Ele era noite, ela dia. Eram sorrisos, noites sem fim, depois calmaria. Eram brigas e deitar na grama, guerra e o azul do céu. Ele sempre amargo, ela mel. Ela beijo molhado, ele abraço apertado.
+16.
Plágio é crime.
Bom seria se toda a maldade do mundo pudesse ser identificada pelo brilho de um olhar, talvez assim, não teria feito da vida uma passagem tão ingrata pra Deus, o criador. Hoje, onde me encontro nem posso dizer que a vida foi ingrata, pois eu que não sentei pra aprender, e ela não me deixou ficar em pé para ensinar...
-Detentos do rap
Plágio é crime.
(HISTÓRIA CONCLUIDA)
1° em Sofrimento