Ele vinha, ela ia. Eram opostos que se esbarraram na estrada da vida, e sonharam. Ele buscava sempre de forma fria ser calculista, e ela lindamente sonhava. Não eram bons uns com os outros, e não sabiam andar de mãos dadas, mesmo que os caminhos sempre fossem os mesmos. Ela calmaria, ele furacão. Ela, linda, paciente. Ele era noite, ela dia. Eram sorrisos, noites sem fim, depois calmaria. Eram brigas e deitar na grama, guerra e o azul do céu. Ele sempre amargo, ela mel. Ela beijo molhado, ele abraço apertado.
+16.
Plágio é crime.
"Faço o certo, passar dessa pra melhor, é necessário andar de peça caso aconteça o pior.
No silêncio da madrugada aguardo meus inimigos pra fazer chover bala. Ai, filha da puta vai ter que aturar, faturando, mano, faturando, fraturando o crânio, elaborando plano, carborando planta, plantando o futuro hoje sempre melhor que ontem.
Eu sou o crime, sou o jogo!
Ae, se liga, irmão, salário do pecado é morte!"