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ROMANY

ROMANY

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WpMetadataNoticeLast published Fri, May 26, 2017
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Fiction
Romance
Agora, olhando para o horizonte de um local privilegiado, durante bastante tempo de reflexão existencial, eu fico pensando em como eu queria que você me amasse, nunca foi um pedido extraordinário ou impossível, quer dizer, pra você provavelmente era impossível. Lembro-me de olhar para você secretamente durante as noites quentes que você deixava a porta do quarto aberta, e querer a qualquer custo que seus olhos castanhos trasbordassem de amor por mim, ou apenas que você se importasse. Mas depois de anos sem o devido contato com o amor eu parei de desejar isso, se tornou dispensável e até mesmo irreal tal sentimento, eu acabei achando que coisas boas e sentimentos bons não existissem, então a quatro meses atrás eu senti um vento tão forte passar por mim, e senti o amor, como o vento, pulsando em minhas veias como se meu próprio sangue fosse amor, meu coração doía a cada toque como um aviso prévio da solidão que eu sentia quando ficava sozinha, eu sentia até mesmo na minha transpiração,eu senti tudo, até que como o vento, ele passou. Essa é a história de alguém que vive perdida no mundo das palavras, mas as palavras que ela tanto pensa nunca saem da sua boca. É a história de uma garota, sim, uma garota que vai descobrir o que é viver apenas com 17 anos, e que faz questão de deixar claro que estar bem, não significa estar feliz, que preza mais que tudo o bom relacionamento, não com os outros mais consigo mesma, essa é a história de Homany uma cigana não apenas no nome. Embarque nessa leitura, espero você para ler minha história. DATA DE INICIO: 20/06 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS A ALTORA @EVEALBLUZ
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PLÁGIO É CRIME! (Art.184 e parágrafos do Código Penal) - Só um beijinho papai. Vai, entra no faz de conta comigo apenas uma vez. - Chloe, eu não posso fazer isso. Mesmo que eu a beije, Bella não vai acordar. É impossível, está em coma há um mês. - Está tirando a fantasia de uma criança? É como se você falasse pra mim que papai Noel e que coelhinhos da Páscoa não existem. - diz cruzando os braços fazendo um maior bico e deixando uma lágrima rolar em seu rosto. Que poder de persuasão que essa criança tem. Ela pegou pesado comigo, não posso voltar atrás agora e nem tenho mais argumentos para me defender. - Tudo bem. Você venceu! - Chloe limpa as lágrimas dos olhos e sorri. Fico só observando sua cara de paisagem. Bella me perdoe, não sou nenhum tarado, só tenho uma filha muito anormal e mimada. Que ninguém entre nesse momento me pegando em flagrante. Observo Bella dormindo e minha visão cai em sua boca perfeita. Ela parece perfeita. É linda e isso parece tão certo. Me aproximo mais, com a respiração já alterada, passo meus dedos em seu rosto e percebo o quão macio é, uma onda de eletricidade passa sobre mim. Sigo da maçã do rosto até sua boca e não consigo mais raciocinar o certo do errado, só consigo pensar no desejo louco que me veio de provar seus lábios. Toco os meus com os seus lábios frios, passando levemente minha língua entre eles, percebendo a temperatura deles mudar para mornos e termino com um selinho. Tento manter minha respiração regular, mas está difícil, meu corpo está em adrenalina, como se o meu lado policial me acusasse de algum delito. O que é fato, eu estou cometendo um delito. Quando abro os olhos dou de cara com um par de olhos azuis que logo depois se fecham por causa da iluminação e abre novamente com dificuldade. Ela abre a boca varias vezes, acho que está tentando dizer algo e eu não consigo me mover, estou paralisado. - Quem é você? - diz com a voz bem rouca e bem baixinha. .

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