Universo Atemporal

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Jan 16, 2019
Não sabemos o que gerou o surgimento do universo. Sabemos apenas que antes era nada, depois, era tudo. O Big Bang explica o seu desenvolvimento, não a sua causa. Porém, as palavras "nada" ou "acaso" não existem para a ciência. O único "acaso" admitido pela mesma, é a própria causa do universo, afinal, essa não dependeu de uma causa anterior para ser criada, portanto, é eterna. Alycia aprendeu a não se importar com o tempo, nem com as causas, muito menos com as perguntas. Ela tinha se perdido na linha tênue entre a realidade e a ficção. O que era verdade? Para ela a resposta era uma só: Eliza. Mas o que era Eliza? Quem era Eliza? Ela era real? Ela se quer existiu em algum momento? Ninguém sabia. Mas Alycia a amava e isso se tornou a única coisa importante.
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Em um momento de rebeldia (como sempre), o pai de Sophie se cansa de sua malcriação e decide levar toda a família para passar uma temporada na Dinamarca, já que ele planeja expandir sua grande empresa de advocacia. O que Sophie não esperava era que seu pai a colocaria em uma escola de bons modos, onde ela conheceria Emma Lancaster, a princesa da Dinamarca. Sophie já a desprezava; odiava estar em um lugar onde havia uma princesa estudando, já que todos falavam de sua perfeição. Para ela, "ninguém é tão perfeito", e ria quando chamavam a princesa de "paz". A partir do dia em que se tornaram colegas de dormitório, Sophie sabia, bem lá no fundo, que Emma iria virar seu mundo de ponta cabeça. Emma sentia o mesmo, mas ambas estavam cegas por frustração, confusão e um ódio destilado uma pela outra. Emma não suportava a presença de Sophie; detestava ter sua cadeira na hora do almoço na frente da dela e nunca olhava para cima, apenas para a comida. Tinha raiva de olhar para aquela garota tão repugnante. Ela só poderia ser o caos em pessoa, e jamais se juntaria ao caos, nem por um momento. Era isso que elas pensavam, mas até seus gostos voltarem a fazer sentido, as piadas voltarem a ser engraçadas e a companhia se tornar pelo menos um pouco agradável, as risadas e as vozes voltarem a ser boas de ouvir... e o desejo pelo toque ressurgir com toda força. Suas mentes e corações poderiam gritar para que não se aproximassem, que não ficassem juntas, mas suas almas se esforçavam cada vez mais para que isso acontecesse. A alma de cada uma clamava pelo amor... Mas será que aconteceu? Dessa vez, o ditado "Os opostos se atraem" funcionou? Ou seria mais apropriado dizer que "Os opostos se atraem, mas não funcionam juntos"? Elas vão se amar? Vão se entregar? Deixar o mundo virar de ponta-cabeça? Deixar seus hobbies e vícios serem julgados e ordenados a parar? Deixar tudo aquilo que defendiam ir embora com o vento?

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