Alice é uma menina que tem 16 anos e mora no morro do alemão , seus pais morreram quando ela tinha dez anos em um assalto e então teve que se virar sozinha , ela acabou conhecendo a Vitória que passou por dificuldades pois sua mãe morreu no parto dela e o pai depois largou ela , então a Vitória e a Alice moram juntas no morro do alemão , a Vitória e mais pra frente , mesmo assim continua virgem , a Alice é mais tímida , e virgem também , elas trabalham em uma loja no asfalto , ganham pouco mais da pra sobreviver
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Douglas mais conhecido como DG , tem 23 anos e é o dono do Morro do alemão , ele é bruto , nojento , cachorro , um completo machista , bate nas mulheres menos na sua irmã e sua mãe, sua irmã tem 3 anos e se chama Maria Eduarda , mais ele a chama de Duda , ela é um tesouro pra ele , ele tem um braço direito chamado Pedro Henrique , mas todos os chamam de PH , todos tem medo do DG, ele tem um motivo pra ser esse ogro , vocês vão descobrir ao longo da história
ESPERO QUE GOSTEM
BJUS
Eu deixarei que morra em mim
O desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar
Senão a mágoa de me veres eternamente exausto
No entanto a tua presença
É qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto
Existe o teu gesto e em minha voz a tua voz
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado
Quero só que surjas em mim
Como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar
Uma gota de orvalho
Nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne
Como nódoa do passado
Eu deixarei
Tu irás e encostarás a tua face em outra face
Teus dedos enlaçarão outros dedos
E tu desabrocharás para a madrugada
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu
Porque eu fui o grande íntimo da noite
Porque eu encostei minha face na face da noite
E ouvi a tua fala amorosa
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa
Suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado
Eu ficarei só
Como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei como ninguém
Porque poderei partir
E todas as lamentações do mar
Do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente
A tua voz ausente
A tua voz serenizada
Ausência
(Vinicius de Moraes)