No Morro do Alemão

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Nov 21, 2016
"Sei que sou considerada patricinha,metida.Quero dizer,eu sei que faço coisas de patricinha.Tenho uma faculdade caríssima,que meus pais pagam.Ando com roupas de marca e sapatos caros.Essas coisas me tornam uma patricinha,Mas por dentro,por dentro sei que jovens comuns se afastam de mim,com medo de eu os julgar.Sei que pessoas simples me encaram esperando que eu os rebaixe. Seu pudesse fazer um desejo,pediria para ser uma garota de 18 anos normal.Que sai para festas e baladas.Ter pais normais.Uma vida onde eu tenha amigos de verdade. Mas eu meio que já me acostumei em ser rotulada como uma patricinha fútil."
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Minha vida é comum no mundo onde vivemos, assim que nasci tive pouco contato com meus pais, segundo minha amada vó materna, eles disseram ser muito novos para criar um filho, disseram que iriam atrás de seus sonhos e voltariam, pois bem tenho 19 anos e o máximo que sei deles, é devido a um álbum de fotografia deixado para trás, se isso me dói? Não mais, fui cercada de amores pela minha avó Senhora Geralda, e até que essa situação me foi benéfica, aprendi desde nova ir atrás dos meus sonhos a batalhar pelo que eu quero, e sempre consegui, mas hoje meu sonho se baseia em ser uma grande psicóloga e eu estou disposta a lutar para realizar, Só tenho um problema que minha vó tentou me corrigir durante toda vida, minha boca, sim, sou arretada demais, falo o que penso e não levo desaforos para casa, e foi devido a isso que minha vida tomou um rumo digamos que peculiar , arrumei um emprego para poder pagar minha faculdade, tudo estava perfeitamente em ordem atéque meu "patrão " chegar, um homem sério, sem vida ativa, na verdade ele parece um robô, faz as coisas devidamente regrada, não sorri, não conversa, apenas dá ordens, e exige as coisas perfeitamente, eu não sei o que ele faz da vida direito, ouço comentários de que ele é dono de alguns cassinos pelo mundo, é um homem viajante que desde quando o conheci só o vejo de roupas pretas ,é bastante frio e grosseiro, mas tem um olhar penetrante, cada vez que ele me olha, sinto seu olhar me despir, e isso me incomoda de certa forma. A convivência é difícil, mas eu preciso disso. Entrei naquela casa com apenas uma intensão, mas com o passar dos dias, ele mudou completamente meus objetivos, e agora estou presa, presa a um homem, onde sou escrava dos seus desejos.

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