O amor mata. Assim, na cara dura.
Tem carinha de inofensivo, mas é muito do oportunista.
E eis aqui um relato, onde o amor não é bem-vindo, é necessário e, mais que tudo, confuso.
Onde a carência torna o amor de irmãos doente;
O abandono, o amor de um filho recluso;
E o medo, o amor de amigo letárgico.
Uma história sobre como o amor levou uma garota de dezoito a beira de um telhado, como a empurrou e como a impediu de cair.
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