Cavalo Manco Sem Cabeça

Cavalo Manco Sem Cabeça

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jun 21, 2019
Em um antigo vilarejo localizado no Sul do noroeste do norte do Pará, um forasteiro nobre apareceu por lá, encantando-se por uma moça jovem a qual foi se apaixonar (desculpe isso não era pra rimar mais minha alma poética não consegue se calar) onde eu estava... há sim! Moça jovem a qual foi se apaixonar, que se encantou pelo moço forte que lhe pois a cortejar. Mais essa história de amor logo logo acabará, pois a desgraça eminente está por chegar! Você está preparado para o que vou lhe contar? Então não perca tempo, e venha comigo nessa história embarcar!
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Os contos românticos, com os quais nos deparamos em leituras desprentensiosas na nossa meninice, antes mesmo de nos graduarmos nas lições sobre relacionamentos, têm tipicamente dois personagens centrais, a vilania incrementando os impasses, um enredo fantástico e um destino que se encerra previamente satisfatório. Vale lembrar que, se possível, há uma boa fada que eleva o patamar de ser uma história encantada, trazendo ao pensamento infantil a beleza do final feliz, antes de se aconchegar em seu travesseiro, fechar os olhos e levar um beijo na têmpora de quem leu o livro colorido. Fora da literalmente protegida por capa, a vida limita -infelizmente- parte da fantasia, substituindo a fada por uma quimera, com suas heterogeneidades e incongruências. Não tão diferente do conto encantado, algumas situações incluem os vilões e, circunstancialmente, podendo ser os próprios protagonistas. Se podemos ser nossos próprios vilões e amargamos diante das nossas amarescentes escolhas, seremos também os culpados de não unirmos o felizes com o para sempre?

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