Amor de infância.

Amor de infância.

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Jan 16, 2017
Sentimento puro me invadia, Doce infância, tão longe do agora. Você era tudo o que eu queria, Emoção vivida em outrora. Havia o toque sutil da inocência, O desejo de estar sempre ao teu lado. Desejávamos declarar as aparências, Revelar o coração apaixonado. Mas a vida tão irônica, tão cruel Nos guiou por caminhos diferentes. E na dor daquela infância tão fiel Te escondi no meu peito eternamente. E depois de tanto tempo, tantos amores, Algo inesperado aconteceu. Resgatei a alegria esquecida Quando do nada, você me apareceu. Relembrando uma amizade tão bonita Declarei aquele amor sempre velado. Confessei minha saudade tão sofrida E a alegria de te ter aqui do lado. Sorridente, vi nos teus olhos, um brilho oculto Teu sorriso tão sincero me falava, Que na infância tão ingênua e tão perdida Em silêncio ao meu lado, você me amava. E agora, nova chance, outro momento. Estamos frente a frente, a declarar... Que é hora de esquecer nossos lamentos E uma antiga história de amor recomeçar. Autora: Stefany. obra de minha autoria não plágei seja criativo.
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Sempre me intriguei com uma pergunta: por que queremos tanto algo e quando finalmente conseguimos, parece que aquilo perde o brilho? É como se o desejo fosse uma chama viva e intensa, que nos impulsiona, mas que se apaga no exato instante em que sentimos a posse. Já reparou nisso? É um ciclo silencioso, quase cruel. A gente anseia, idealiza, sonha, corre atrás... e no fim muitas vezes sobra só um gosto morno na boca. Aquele objeto tão desejado vira mais um na estante. A pessoa que parecia inacessível vira rotina. A meta que nos fazia vibrar se torna apenas mais uma linha riscada. É um paradoxo que me acompanha há tempos assim como cada um de vocês caros leitores - o desejo como motor da vida e ao mesmo tempo como fonte de frustração. Não desejo no sentido puramente sexual ou material, mas desejo como força existencial. Queremos muitas coisas o tempo todo: O sucesso, reconhecimento, queremos amor, e também novidade. Nós queremos ter, mas não fomos ensinados a permanecer e sustentar o valor daquilo que temos - A manter vivo o encanto. A verdade é que estamos presos em uma busca constante, uma espécie de fome que não se sacia nunca. Quando conseguimos o que queremos, surge um novo desejo logo em seguida. Às vezes nem damos tempo para aproveitar o que conquistamos e já estamos pensando no próximo passo, na próxima experiência, no próximo objeto. E isso cansa e nos esvazia. Parece que estamos sempre no quase: quase felizes, quase completos, quase satisfeitos. É uma insatisfação crônica, disfarçada de ambição ou de "gostar de desafios". Mas no fundo, é só o medo de parar e encarar o que realmente nos falta. Foi por isso que decidi escrever este livro. Não para dar respostas prontas, mas para levantar as perguntas certas. Se você já sentiu o vazio depois da conquista, se já se perguntou por que aquela coisa que parecia essencial agora só ocupa espaço, ou se tem se cansado dessa pressa por sempre ter mais, então este livro é pra

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