The Obscure

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Mar 17, 2017
Quando pequena, ela não era igual as outras crianças. Ela tinhas sonhos que não eram comuns, era algo macabro e assustador e incomum de uma criança se sonhar. Ela acordava e após os sonhos, sem que ela lembre, transmitia tudo aquilo que sonhou para suas folhas de papel e só no outro dia ela via realmente o quão eram horríveis e arrepiantes esses desenhos. Antes dela dormir, toda noite ela via a figura do mesmo ser negro perto de sua janela. Ele era alto e ela nunca viu seu rosto, era uma sombra que à aterrorizava e que também servia de incentivo para os malditos desenhos. Ela gostava de chamá-lo de Obscuro, ele só aparecia na escuridão da noite, no silêncio da madrugada e nos locais mais fechados do quarto, mas mesmo assim ela ainda o via. Ele ficava observando-a dormir, e a cada noite ele à assustava mais. Quando você menos perceber ele pode estar do seu lado, ou atrás de você te observando. Esse não é o melhor momento para olhar pra trás, não é mesmo? Vai arriscar? PLÁGIO É CRIME
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"Lembro-me bem do dia traumático que vivi. Eu tinha um pouco menos de 8 anos. Como qualquer criança, eu gostava muito de brincar. Sempre em uma rua perto da minha casa, me encontrava com amigos que moravam por perto, onde em frente à essa rua havia um grande terreno baldio." Eu soo frio, enquanto me gesticulo para Luanne, a psicóloga. Paro por um momento, me ajeito no assento em aflição e continuo. "Todos os dias eu brincava naquela rua, e no mesmo horário, perto do escurecer. Em uma Sexta- Feira, na minha despedida aos meus amigos. Um vulto repentino no terreno baldio me chamou atenção. A mata era fechada, naquele horário, conseguia ver apenas alguns feixes de luz do entardecer, as altas árvores projetavam sombras fantasmagóricas. Em seguida uma risada curta e delicada ecoa pela escuridão da mata. Encarando-a por alguns segundos, presencio uma mão pálida e lisa vindo de trás de uma das árvores, como se fosse de um cadáver. Um cantarolar perturbador é vindo dali, com intensidade de baixa a alta. No seu clímax a figura demoníaca começava a aparecer por inteira e de trás da árvore permanecia, me encarando de volta com os seus olhos negros como diamante, porém ofuscados. Eles pareciam ter perdido a cor a bastante tempo. Sua aparência, mesmo jovem, sorria maliciosamente para mim. Existia provocação. Ousava tentar sair dali. Brincava comigo, assim como uma criança brinca com um brinquedo. Seu olhar ansiava em me ver ultrapassar o limite da mata. O olhar fixo aos meus, parecia ignorar qualquer sentimento que senti naquele momento. Em desespero, tento comentar com os meus amigos sobre a menina, até tentei apontar para onde ela estava para eles, porém nenhum conseguiu enxerga-la. A figura continuava a sorrir. Após este, todos os dias foram os mesmos ..... Inclusive o de hoje..... 9°🏅 em categoria "Terror" 14°🏅em categoria "Assombração" 1°🎖️em categoria "Arrepio" © Luiz Felipe V. 2024

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