Longínqua terra de minhas memórias
onde meus ossos repousam secando
espíritos sussurram-me aos ouvidos
Historias que seguem me amedrontando
Pobres almas, passageiras
dessa vida sem lembranças
Correm os boatos pelas ruas, da mais sublime matança,
E eu, que os escuto, passo a diante essa mensagem
pobre almas, atormentadas nessa vida de passagem.
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