Um romance clichê

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WpMetadataReadMatureComplete Wed, Aug 16, 2017
Como construir um romance clichê: (quase ok) Um Cara bonitão que é desejo de todas as garotas. (quase ok) Uma garota bonita, delicada e meiga que todos querem. (quase ok) Uma ex namorada vingativa (quase ok) Um ex namorado perverso e maquiavélico (quase ok) Uma melhor amiga presente e compreensiva (quase ok) Um par romântico para a melhor amiga (quase ok) Um bichinho de estimação fofo e meigo (essa parte não está ok) Dinheiro que cai do céu É com metade de cada ingrediente que Júlio e Anna Julia vão viver suas historias de quase amor. Ele o cara que é bonitinho, mas não desejado por todas as garotas e ela a garota bonitinha tão meiga quanto um coice e com uma lista de pretendentes menor que a lista de crimes dela. Sem grandes dramas ( da parte dele) e sem grandes juras de amor eterno é assim que a vida segue. ( pelo menos dentro dessa historia)
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"Eles combinaram que seria só um jogo. Mas o problema do amor é que ele nunca segue as regras." Kie sempre foi a pessoa que manteve o controle - da banda, da própria vida, dos sentimentos que nunca quis admitir. Lucky sempre foi o oposto: caótico, impulsivo, o tipo de cara que transforma problemas em arte e feridas em piadas. Mas quando um namoro falso se torna a estratégia perfeita para salvar a imagem da banda, eles fazem um acordo. Regras simples: sem sentimentos, sem complicações e, definitivamente, sem beijos fora das câmeras. O problema? O amor não é uma performance. Entre brigas que começam com orgulho e terminam com olhares que não deveriam significar nada, sorrisos que escapam quando ninguém está olhando e um vazio que grita mais alto do que o som dos aplausos, Kie e Lucky vão perceber que o maior erro não foi começar essa mentira - foi achar que poderiam controlá-la. Se o seu tipo de história tem caos demais, amor de menos - até ter demais também - seja bem-vindo. Atenção: Essa história possui gatilhos como: abuso de substâncias licitas e ilicitas, conteúdo sexual explicito, violência

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