Eu. Te. Amo. Jade.

Eu. Te. Amo. Jade.

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Mar 5, 2017
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Fiction
Romance
"Querido diário, Eu ando meio triste ultimamente. Não sei direito o que está acontecendo. Não tem um motivo concreto pra isso. Meu pai diz que faz parte da adolescência se sentir assim, meio sozinha. Acho que estou cansada das mesmas coisas, mesmo lugar, mesmas pessoas, mesma rotina. Tudo. Faz muito tempo que não entra ninguém que torne minha vida mais animada. Talvez seja isso. Espero que sim. Obrigada por sempre me ouvir. Com amor, Jade" Você certamente se recorda do seu primeiro amor, disso não esquecemos. E Jade tem motivos maiores para nunca mais se esquecer. Que sorte a dela de ter encontrado esse amor tão nova, as chances são uma em 10.000. Mas mal ela sabe que as chances de perdê-lo são bem maiores.
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Sabe aquela garota linda, estilosa, rica e popular que todo mundo quer ser? Aquela que todos querem ser amigos, que dá as festas mais badaladas, que tem compromisso todos os fins de semana, que não faltam pretendentes aos teus pés? Sabe essa garota? Então, não sou eu. Essa garota é mais conhecida como minha irmã. Eu? Ah, eu sou uma garota normal. Aquela que não é notada e nem tem muitos amigos. Eu, basicamente, sou o oposto da minha irmã. Meu nome é Nancy e minha história começa em Miami, na Flórida. Eu tenho 17 anos e sou a filha caçula de dois pais muito amáveis que só se importam com uma coisa: popularidade. Eu não sei como a minha geração foi ficar assim, mas eu vivo num mundo em que popularidade é tudo na vida de uma garota, ainda mais para uma que está no último ano. E, por mais que minha irmã mais velha seja um GRANDE exemplo para mim, eu decidi seguir outro caminho. Meu negócio é ficar na minha, aproveitar minha própria companhia, passar fins de semana em casa assistindo A era do gelo e feriados fazendo trabalho comunitário. E eu amo a minha vida! Eu não me preocupo com nada disso, a única coisa que eu realmente já quis era ter vivido um romance clichê. Fala sério, acho que toda garota já quis isso. Mas, levando em conta a minha vida social, podemos deduzir que isso nunca aconteceu. Já era meu último ano e eu não tinha tido nenhuma troca de olhares vibrante. Na real... Eu já perdi as esperanças.

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