Ligeia - Edgar Allan Poe

Ligeia - Edgar Allan Poe

  • WpView
    LECTURES 3,704
  • WpVote
    Votes 242
  • WpPart
    Chapitres 20
WpMetadataReadTerminé mar., févr. 7, 2017
O narrador começa por descrever Ligeia, uma bonita, apaixonada e intelectual mulher de olhos negros. Não se recorda de mais nenhum pormenor sobre a vida de Ligeia, apenas a sua magnífica aparência. No entanto, a beleza de Ligeia não é uma beleza convencional. Casam e Ligeia surpreende o seu marido com o seu conhecimento profundo sobre matemática e física. Passado algum tempo ela adoece e acaba por morrer. O homem casa novamente com outra mulher chamada Lady Rowena. Pouco tempo depois Rowena adoece e morre também. O narrador destroçado fica toda a noite com o corpo de Rowena e repara que, lentamente, aquele corpo vai voltando à vida, transformado em Ligeia.
Tous Droits Réservés
#4
edgarallanpoe
WpChevronRight
Rejoignez la plus grande communauté de conteursObtiens des recommandations personnalisées d'histoires, enregistre tes préférées dans ta bibliothèque, commente et vote pour développer ta communauté.
Illustration

Vous aimerez aussi

  • Baratas Sobrevivem (e eu também)
  • As Chamas de Eldoria
  • Tell me you love me - Agathario (CONCLUÍDA)
  • capo della mia vita - Lucemond e Jacegon
  • Renascimento do Dragão
  • QUEEN OF NOTHING, Aemond Targaryen
  • Toxic
  • A Herdeira Das Chamas | A casa do dragão
  • Vidas Cruzadas

Duas almas atravessam o véu entre os vivos e os mortos no mesmo minuto, segundo e hora. Do mesmo dia, mês e ano. Sob a luz de uma lua de sangue. Uma delas segue o seu caminho e encontra a eternidade. A outra, com sede de sabedoria mesmo na morte, observa sua contraparte atravessar, mas ela não segue o mesmo caminho. Em vez disso, a alma curiosa, se aproxima do local de onde a outra veio, ela não vê muito, está turvo, como se estivesse debaixo d'água. A alma estende a mão, ela não consegue puxar de volta. Se ainda tivesse um corpo físico ela estaria franzindo as sobrancelhas enquanto faz força para soltar a mão de sua prisão invisível. A alma desiste. Ela se aproxima mais e passa uma perna, depois outra e então a cabeça. Derrepente, a alma esta sendo puxada, ela não sabe oque é aquilo ou como parar. Então ela flutua e flutua enquanto é arrastada pelo nada. E então tudo para. Ela sente dor, seu corpo todo protesta. Seu estômago geme de fome e ela não consegue respirar. Dois olhos cinzentos se abrem para a escuridão, apenas uma luz avermelhada iluminando o lugar, ela grita.

Plus d’Infos
WpActionLinkDirectives de Contenu