Last Chance: the revenge

Last Chance: the revenge

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WpMetadataReadMatureComplete Sun, Feb 26, 201713h 43m
"Ela foi embora e levou junto tudo o que eu sempre tive controle, deixando apenas um forte amargo na boca, que causa dormência inteira no meu corpo. Não conseguir me desprender de suas raízes desde a sua triste partida. Encaro diante dos meus próprios olhos os traumas da perda de alguém que irei amar pelo resto da vida. Meu coração se encontra em um enorme abismo, onde não tem saída pra encontrar uma brecha e poder respirar aliviado de toda a dor que a sua ausência me causou...
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Universo ABO | Alpha!Yoongi × Omega!Jimin Diziam que ele era um monstro. Frio como o inverno das Montanhas de Myeongwol. Implacável como a lâmina de guerra que carregava nas costas. Alfa. Líder da alcateia de Gwanak. Dono de olhos sombrios e de um silêncio que gelava até os ossos. Min Yoongi era temido até mesmo pelos seus. Seu cheiro? Um misto intenso e cortante de menta e hortelã, que denunciava sua presença a metros de distância - e ainda assim, ninguém ousava correr. A cicatriz abaixo do olho direito era um lembrete cruel de que ele já havia vencido a morte. Mais de uma vez. Naquela manhã, ele saiu sozinho. Caçar era o único momento em que se sentia livre. Longe dos conselheiros da alcateia, dos pedidos de guerra e das fronteiras em disputa. Mas naquela floresta, envolta por névoa e folhas molhadas, o destino trocou o sangue por algo mais. Yoongi parou subitamente. Ali, sob o tronco de uma árvore antiga, jazia um corpo pequeno, sujo e ferido. O cheiro doce de cerejas, misturado ao ferro do sangue seco, bateu em cheio contra seu olfato sensível. Um ômega. Yoongi se aproximou devagar, os olhos estreitos, o coração acelerando - não por medo, mas por algo que ele não sabia nomear. O garoto arfava, inconsciente, os lábios rachados. O pescoço exposto deixava visível a glândula marcada por arranhões. Alguém o havia caçado. E não com boas intenções. Min Yoongi nunca foi conhecido por se importar. Mas quando se abaixou para tocar o rosto do ômega, sentiu um estalo no fundo do peito. Um rugido antigo, ancestral, ecoou em sua mente: "Nosso."

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