...a história de dice...

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Era uma vez, um terrível e quase destruído orfanato, nele as crianças sofriam e eram desrespeitadas e maltratadas por todos ali

Logo em uma noite escura onde até a lua tinha medo de aparecer uma pessoa de vestido longo e chique em tom de sangue anda em frente ao orfanato com uma pequena cesta, dentro dela algo se movia lentamente, a meretriz se ajoelha em frente a porta deixa a cesta lá, bate na porta e sai correndo sem nem olhar pra trás...

...doeria muito ver seu filho assim...

Logo, uma mulher velha e feia cujo sua cabeça era uma triste e quase apagada vela abre a porta e tudo o que vê é a mulher de vestido longo correndo pra longe (mais uma vadia querendo nos dar trabalho!) Ela imagina pegando a cesta sem o mínimo de cuidado e a jogando dentro da sala principal do orfanato

O bebê dentro da cesta começa a chorar e ela apenas chuta a cesta e grita pra que ele fique quieto, outras três mulheres como ela descem ao salão pra ver que estava acontecendo "mais um!?"
"Como é!?" "Qual é o nome?" Elas perguntam a velha, ela apenas olha o bebê chorando desesperadamente com uma pequena rachadura sangrando em sua peculiar cabeça "dice" ela diz em um tom áspero.

Os anos se passam, dice tem 4 e uma alma inocente

"Você tem certeza?" O pequeno anda Junto a seu "amigo" com cabeça de lâmpada vintage "apenas pegue cabeça de dado!" O garoto grita e aponta pra um colar no quarto de uma das freiras, parecia ouro mas era azulado, dice não sabia a diferença entre ouro e diamante mas aquele colar com certeza valia o dobro!

Ele anda lentamente pra dentro do quarto até a gaveta que contém o colar, mas antes de pegá-lo ele vê algo que o interessa, pareciam pedaços de papel mas eram duros como plástico e tinham símbolos entre eles o único que dice reconheceu era um coração, ele pega os pedaços de papel, os ajeita na caixa e coloca dentro de sua roupa e então estende a mão pra pegar o colar

"Mas o que está fazendo ai!?" Gritou uma voz conhecida e temida, era uma das freiras, a mais alta e magra (e a que batia mais forte)

"E-espera! E-eu só-" ele é interrompido com um forte tapa no rosto "tentando me roubar hun!? Pois você vai aprender a não ser mal educado!" Ela começa a chutar o garoto enquanto ele suplica por perdão

Os anos se passam, dice tem 6 e nenhum amigo

O garoto se senta em seu quarto e pega a única coisa que nunca tiraram dele, um simples e antigo deck de cartas de baralho.

Ele respira fundo, estende a mão, fecha os olhos...

...e as cartas flutuam

Ele abre os olhos e logo abre um grande sorriso "deu certo!" Ele comemora, logo ele move suas mãos e se concentra guiando as cartas cada uma em um ponto imaginário no ar até formar o nome "dice", ele sorri ao ver seu nome escrito nas cartas, mas ele odeia esse nome, ele odeia as freiras, ele odeia os órfãos e odeia a vadia da sua mãe que o abandonou naquele terrível lugar, se ele pudesse, ele queria assistir a chama na cabeça de cada freira se apagar lenta e dolorosamente, porque ele odeia ter medo delas, ele move algumas cartas e faz uma coroa flutuante acima de sua cabeça enquanto algumas cartas o rodeiam, a única coisa que ele ama e ser o rei das cartas, o rei dado

O primeiro e único...

...king dice...

Os anos se passam, dice tem 9 e um poema de vitória

O pequeno dice se prepara pra rir.
Seu presente a todos será
Fazer uma vadia sumir.
Ele enche o balde
Com água de montão.
Mas esse banho não terá sabão.
Ele sobe em uma cadeira
Que ficava na cozinha.
Enquanto se apoia na escrivaninha.
Ele termina de o balde emcima
Da porta colocar.
E se esconde esperando
a freira passar.
A mulher nem tão inocente que anda pelo corredor.
Nem sabe que passará um momento de dor.
Sua vela acessa logo irá se apagar.
E dice, enquanto isso vai
rir e celebrar.
Ela anda, e assim
que pela porta passou.
Dice nota o qual fácil dela se livrou.

Os anos se passam, dice tem 11 e nenhum arrependimento

O garoto se esgueirou pra fora do orfanato com um homem que o prometeu dinheiro, ele levava seu pequeno deck de cartas a todo o lugar, pois ele sabia que passassem na garganta de forma rápida...

...eles matavam

O homem em si era bem peculiar, parecia ser coberto por um pelo negro e ter...chifres?

No caminho o pequeno nota um velho que era uma chaleira, ele ri, era legal sair e ver pessoas novas
"Oi moço!" Ele dá seu sorriso mais inocente, o homem atrás dele se surpreende vendo ele falar de um modo tão infantil, era até como se ele soubesse...

"Oh, olá pequeno" o velho se ajoelhou pra olhar nos olhos do garoto "eu nunca te vi aqui, de onde você é?" "Do orfanato [nome esquecido]" o velho se assusta "entendo... E qual é o seu nome pequeno?" "Dice" o velho ri e dá um leve soquinho na cabeça do garoto "é claro que é..."

"Hey! Garoto! Se demorar eu saio!" O homem gritou "até mais moço!" dice correu em direção ao homem misterioso, o velho não respondeu, estava paralisado por ouvir aquela voz

Em resumo, o homem levou dice a um cassino, onde ele se mostrou incrível em jogos de azar, ele continuou indo até o cassino por uns meses até descobrir que o homem na verdade era o próprio diabo!

(Ninguém surpreso...)

E ele lhe ofereceu uma incrível proposta! Mas isso é outra história...

Fim

Notas extras

1- eu acho que já é óbvio que esse universo não é Canon, foi criado por mim e se for usado por outros sem me darem os devidos créditos por mais que seja fanfic ainda é plágio e vai ser denunciado!

2- sim, a mãe do dice era uma prostituta

3- quando digo que ele não se arrepende não quero dizer que ele é de fato um assassino

4- não, devil não é um pedófilo

5- o velho chaleira não odeia dice por trabalhar pro devil, e sim por ele fazer isso por vontade própria

6- quando diz que dice tem medo das freiras não é um motivo sórdido pra matar a uma delas, ele só a matou porque estava confuso e desesperado pra ninguém mais o ferir

7- o poema foi escrito dessa forma pra mostrar que dice não só não se arrependia de ter matado ela como se divertia por isso

Fim, até o próximo capítulo

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