Capítulo IV

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Olá! Como estão? Aqui está o quarto capítulo.
Boa Leitura!


Kirishima despertou com a luz dos fracos raios solares que atravessavam a janela.

Sentou-se na cama e olhou em volta, de imediato percebeu que aquele não era seu quarto, observou mais um pouco, até finalmente perceber que ainda estava no dormitório de Bakugou, mas... onde ele estava?

Reparou que o loiro estava adormecido na cadeira ao lado da mesa.

"Ele dormiu ali para me deixar na cama?"

O ruivo pensou para si mesmo, sentiu-se mal por um momento, mas ficou feliz.

"Ele fez isso por mim.. Eu deveria acordá-lo e agradecer..."

Levantou-se e foi até Katsuki, que estava com uma expressão serena. Eijirou já estava pronto para receber as reclamações e gritos do outro quando o acordasse.

- Bakugou..

Sacudiu levemente o garoto, que lentamente abriu os olhos após resmungar alguma coisa.

- Bom dia!

O ruivo sorriu.

- ...

- Me desculpa, eu acabei dormindo aqui ontem.. Você dormiu na cadeira por minha causa não foi? Sinto muito.

Falou recebendo uma expressão confusa do loiro.

- Hã..?

Bakugou parecia estar em outro mundo, Kirishima achou fofo o jeito que o amigo ficou confuso após acordar.

- Outro sonho..?

Katsuki resmungou baixinho.

- Eh?

- Já que é assim... Então.. Não tem problema..

Eijirou não estava entendendo nada, tampouco sabia o que responder.

O loiro levantou-se, e de repente abraçou o ruivo, que ficou surpreso.

- Bakugou..? E-Eh?!

Surpreendeu-se ainda mais ao perceber que Bakugou o empurrou na cama, logo depois deitando-se ao seu lado e abraçando-o novamente.

- Bakugou, o que está fazendo?

Kirishima perguntou sem receber resposta, sentiu apenas Katsuki o abraçar mais forte enquanto afundava o rosto em seu peito.

- Bakugou!

Não adiantou, o loiro já estava dormindo.

Eijirou não sabia o que fazer. Deveria acordar o garoto? Sair sem dizer nada? Ou apenas continuar ali?

Olhou para Katsuki, que dormia com um pequeno sorriso nos lábios, suas bochechas estavam com um leve rubor.

Por fim, ao ver aquela cena, acabou ficando incapaz de acordá-lo, optando por continuar ali até que o outro acordasse.

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