Capítulo 6

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Brotei, olá meu povo, como vão? Tudo bem? Então, eu não sei se o capítulo está bom, eu dei o meu melhor.

Está é uma história teste que é de um shippe que eu nunca tinha escrito e, para piorar, não achei muitas histórias para ler sobre e ter uma ideia do que fazer, contudo, acho que ficou um bom resultado.

Sim, eu pretendo terminar esta história, mas está difícil levar, tanto que este capítulo é mais parado (e este é meu medo kkkkkk vocês não gostarem por ser parado) que é praticamente todo conversa, por isso, por favor não desistam da história e tenham paciência com a demora, demorei muito tempo mas consegui terminar este capítulo, e assim vai indo os outros também.

É isso, espero que gostem, se gostarem, por favor deixem um favorito, mas mais que isso, por favor, por favor comentem, eu amo comentários, eles me incentivam demais, além de eu saber se você está gostando ou não, então comentem. Tenham uma boa leitura amores ♡
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Se na Terra os humanos consideram que não há pessoa mais fofoqueira que idosa sentada na porta da rua, é porquê não sabem da existência de servos em um castelo. Fofocas da realeza correm mais que fogo em palha banhada à querosene, fofocas sobre gravidez real então? Corre tanto quanto a luz.

Em menos de uma hora toda a Asgard parecia saber a novidade, e Loki não poderia estar mais irritado com isso, pois descobriu que nem mesmo os jardins, que era onde mais amava ficar, eram zona segura. Quando ele tentou ir para lá sua magia detectou ao menos dez curiosos tentando o espiar.

Mas parece que as pessoas não gostam de ler e nem estar em lugares que forneçam leitura, por isso seu santuário literário popularmente chamado de biblioteca ainda era seguro, e foi lá que ele se refugiou após resolver os poucos problemas quase inexistentes que príncipes não herdeiros ainda tinham que lidar. Não contava, no entanto, que ainda existesse alguém que gostasse de ficar cercado por prateleiras majestosas cheias de livros.

— Loki — O feiticeiro ergueu os olhos de seu livro de magia rúnica para fixá-los na mulher que lhe sorria terna.

— Mãe —  Respondeu em um tom menos suave que o dela.

Desde que Loki descobriu ser um Jotun não sabia direito como tratar nenhum de seus familiares, as vezes sentia que chamá-los de pai, mãe e irmão era quase um crime, afinal, um Gigante de Gelo não deveria estar vivendo livre por Asgard. Como seu querido pai um dia fez questão de pontuar, seu direito de nascença era estar morto.

Mas aquela era sua mãe, pouco importava se Thor não era seu irmão, se Odin nunca o quis como filho e a seus olhos era uma mera relíquia, aquela era sua mãe, mesmo que tivesse que se forçar a chamá-la assim depois de tudo.

— A que devo a visita? Ou veio ler?

— Vim conversar — Ainda sorrindo daquela maneira acolhedora que fazia o coração do feiticieiro esquentar, ela perguntou — Por que protegeu Frandall com uma mentira assim?

— Odin pararia por qualquer outro motivo? — Suspirando, Loki fechou o livro. Ele sabia que Frigga descobriria que ele estava mentindo no momento que o visse, assim como sabia que ela o acobertaria, e a respeitava e amava por isso — Frandall é um tolo, não merece morrer por falar bobagens, nenhum dos outros idiotas morre mesmo insinuando que sou um monstro, uma meretriz e sabesse lá mais o que, além deles desejarem minha morte e continuarem vivos.

O Gosto do VenenoOnde histórias criam vida. Descubra agora