💫Entre Amor E Ódio💫
Ela é sensível
Ele é arrogante
Ela é carinhosa
Ele é possessivo
Ela é doce
Ele é frio
Ela é curiosa
Ele é calculista
Ela nunca namorou
Ele já foi galinha mas não é mais
Ela odeia receber ordens
Ele gosta de dar ordens
Ela é r...
Logo estávamos cada um trabalhando em uma coisa, estava no sofá de antes anotando todas as mutações que ocorrem no sangue infectado de uma loba (haviam me dado algumas amostras de sangue infectado de algumas lobas da alcatéia), era estranho as variações, havia uma quantidade exorbitante de Flupux nas amostras de sangue infectado, peguei o celular da Alisson da minha mochila olhando as fotos da flor Flupux.
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Flupux e uma flor negra com o meio roxo, ela pode mudar de cores, cada cor da um sentido diferente, as bruxas portadoras de magia negra utilizam muito essa plana, pós ela tem muitos benefícios, principalmente quando muda de cor, nunca foi desvendado o que todas as cores são, mas chamamos a cor preta com roxo de "Cor original", a cor toda preta e a "Cor secundária" , a cor preta com verde e uma "Cor terciária", já as cores preto com vermelho, branco com violeta e laranja com branco e amarelo no meio são chamadas de "Cores lúpus", são as cores mais raras de se verem e possuem muitos benefícios de cura, entre outros.
Sai do mundo da lua com a Mary se sentando ao meu lado, ao olhar para o meu caderno a mesma o pegou da minha mão lendo desacreditada
Mary: isso é...
A interrompi antes que ela falasse algo de mais
Eu: shsss... eu ainda não tenho certeza
Sussurrei baixo pegando o meu caderno das mãos dela, ela me olhou por alguns segundos em seguida sorriu, a olhei desconfiada e seria
Mary: você é uma bruxa também
Perguntou com um sorriso de lado em seus lábios, neguei sorrindo ladino
Eu: não, minha portadora tem certos dons
Murmurei voltando a analisar a amostra de sangue
Mary: hum... quer saber o que eu já descobrir
Sussurrou baixinho para que só eu ouvisse, a olhei curiosa afinal ela também e portadora de magia como uma bruxa, então já deve ter descoberto muitas outras coisas assim como eu, assenti em concordância, a Mary segurou no meu pulso me puxando na direção da porta em que ela havia saído alguns minutos atrás
Eu: ei para onde está me levando
Perguntei vendo um corredor mal iluminado com as paredes cinzas e verdes, ela continuou seguindo para sei lá onde me puxando, não estava entendendo nada, quando eu iria abrir a boca para falar ela parou de andar abruptamente
Mary: eu descobrir que a alguns anos atrás em algumas alcatéias isso vem acontecendo, lobas e crianças sendo infectados por essa doença estranha que não tem cura
Parou de falar abrindo a porta em sua frente, em seguida ela entrou no local, a segui vendo que é uma sala especial para uma bruxa, a Mary olhou em meu rosto para ver a minha reação, mas logo ela voltou a falar
Mary: ninguém consegue uma cura para essa doença, mas eu descobrir que há alguém portador de magia negra que está fazendo isso tudo, alguém está usando as flores Flupux para contaminar as pessoas
Terminou de explicar melhor entregando um caderno onde estava anotado tudo que ela estava falando, haviam relatos da doença em muitas alcatéias, mas que apenas lobas e crianças ficaram infectadas, eram muitas informações sobre a flor Flupux, o possível portador de magia negra, as doenças e assuntos relacionados a esse meio todo
Mary: eu não mostrei isso para ninguém
Falou com um olhar distante, ela me parecia bastante pensativa, o que me deixou confusa foi ela não ter contado a eles sobre isso
Eu: por que não mostrou isso para eles
Perguntei desconfiada a olhando, a Mary passou as mãos pelos cabelos castanhos escuros dela frustrada
Mary: pós eles não podem me ajudar, eles não saberiam como me ajudar a fazer a cura, preciso de alguém com magia negra para me ajudar, eu não quero meter eles nisso, tenho medo deles se machucarem
Falou começando a chorar, o que me fez ficar um pouco sem jeito, afinal eu não sou boa em consolar outras pessoas que estão chorando tirando a Alisson, após pensar um pouco percebi onde a Mary quer chegar
Eu: você quer que eu faça isso
Perguntei a olhando sem expressão, a mesma assentiu secando o rosto, (nossa... isso foi como um tapa na cara, afinal eu nunca usei magia negra, aliás eu odeio portadores de magia negra, e em si odeio magia negra) pensei olhando para a parede
Eu: eu não posso fazer isso, não posso colocar a vida da Alisson em risco desse jeito, eu nunca utilizei esse tipo de magia e abomino quem utiliza
Falei ficando levemente irritada, a Mary me olhou suspirando, estava nervosa com a situação
Mary: eu te entendo, como sou uma bruxa branca não posso utilizar magia negra, mas tudo bem eu arranjarei um outro jeito ok, não precisa se preocupar
Falou calmamente sorrindo enquanto me olha, assenti evitando olhar em seus olhos, afinal não gosto de encarar portadores de magia nos olhos (eles podem muito bem me enfeitiçar)
Mary: acho que devemos voltar, os outros devem estarem loucos atrás de nos duas, principalmente de você
Falou se levantando da cadeira onde ela estava sentada, me levantei do pequeno sofá onde eu havia me sentado, estiquei o livro na direção dela a fazendo me olhar
Mary: já estava me esquecendo, pode ficar com o livro
Falou sorrindo fraco, em seguida ela seguiu na direção da porta, guardei o livro em minha mochila a seguindo, isso estava muito estranho, mas tentarei focar no nosso principal problema, eles iriam tirar o meu sangue antes de eu seguir essa louca, mas como ela me trouxe eles devem achar que eu fugi, respirei fundo negando com a cabeça
Mary: onde será que eles estão
Perguntou ao chegarmos no laboratório, vi que apenas as pessoas que estavam na sala quando eu e os outros chegamos estavam presentes no local
Mary: doutor Samuel
O chamou o fazendo vir até nos duas, o mesmo caminhou em nossas direção anotando algumas coisas em sua prancheta
Samuel: onde você estava Deisy, o supremo e os outros estão loucos atrás de você
Perguntou me olhando, dei de ombros não me importando de explicar
Mary: ela estava comigo, a levei para conhecer um pouco do local
Falou sorrindo enquanto caminha na direção de um dos homens que estava parado perto de uma espécie de comunicador