a barraca

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- Está vindo uma tempestade enorme, acho melhor vocês dois não irem para a tempestada lá fora. – Um cara estranho entra no quartinho alertando o que estava acontecendo.

- É melhor você ficar a tempestade está ficando forte.

– Ignoro os dois e pego minha mochila e meu bastão que estava em forma de graveto, mas quando eu pego o bastão ele se transforma automaticamente em sua forma real de bastão com seu 100 centímetros de comprimento, seu material de bronze, e então vou andando ate a porta e me viro e falo:

- Eu sou a tempestade. – Confesso que eu não queria falar aquilo, mas parecia que algo estava tomando o meu corpo, igual na minha suposta luta com o dragão, eu não lembrava de nada sobre isso. Talvez sejam meus poderes se manifestando, mas porque eu não consigo me lembrar de nada. Do jeito que eles falaram, eu fui muito forte naquele momento.

Comecei a andar pela tempestade, eu estava assuatada, a tempestade ficava mais forte, consegui sair do reino Aether, mas parecia que estava me seguindo, a tempestade claro. Se passaram 3 horas de viagem, quando eu olhei para o relógio era 21:00 da noite.

Impressionante era que quanto mais eu me acalmava, mais a tempestade ficava calma, e então logo ela se fora. Parei de andar, quando eu ouvi galhos se quebrando ao redor da floresta, e então comecei a seguir os passos, até que eu vi um garoto me obsercando e então corri ate é ele que tentou fugir, mas pulei em cima dele fazendo com que o derrubasse,fiquei por cima dele segurando meu bastão e falei:

- Mas que porra é você de novo, eu já falei para não me seguir fã. – Digo já ficando nervosa, comecei a sentir uma tempestade nova chegando.- Tem uma tempestade vindo. – Falo olhando para o céu.

- Como você sabe disso? – Ele fala ainda me seguindo.

- Qual é o seu nome? – Pergunto.

- Meu nome é Dean, e caso for perguntar tenho 16 anos. É o seu? – Ele diz andando a minha frente.

- Mas eu nem iria perguntar sua idadade... Meu nome é Celeste... e tenho a mesma idade do que a sua. – Quando escuto ele falar Dean, lembro de um amigo de infância...

- Celeste é você?? – Ele diz me abraçando com felicidade, eu não costumo a me lembrar de coisas quando eu era criança, mas de alguma forma Dean desencadeou minha memórias... ele era o garoto com quem eu brincava, quando eu sempre visitava o reino de Aether....

- Dean é você!! Quanto tempo... meu melhor amigo que me abandonou... – Ele faz uma cara triste, mas dou outro abraço nele.

- Celeste, eu não te abandonei, quem se trancou no seu próprio quarto... foi... – Ele da uma pausa nas palavras acabo interrompendo ele.

- Minha mãe está morta, acabei me fechando do mundo, parei de falar com alguns amigos, eu amava ela, isso me abalou muito... fiquei em meu quarto trancada... fazendo coisas que eu gosto até me recuperar e aceitar a vir para essa missão... – Falo e olho para o chão, segurando minhas lagrimas...

- Bom que agora nos reencontramos... – Ele diz feliz tentando trocar de assunto, e me da um beijo na bochecha.

- acho que precisamos... acampar aqui. – Digo abrindo minha mochila.

- No meio da floresta? – Ele fala meio medroso e dou uma riasada.

- Você está com medo? – Tento segurar minha risada.

- Não, só não estou acostumado em dormir fora de casa. – Ele diz tentando parece corajoso.
- Tá tá, vou montar a barraca e você pega alguns gravetos para fazer a fogueira. – Falo de um jeito mandona.

- Okay. – Ele caminha até o escuro da floresta, e então coloco a barraca no chão, e ela estava desmontada, levou uns 2 segundos, senti um vento muito forte ao redor de mim, e a barraca havia montada sozinha, em um passe de mágica.

Ela era bem grande, como se fosse uma casa, e sim a barraca é mágica, entrei e tinha um alguns quartinhos prontos dentro da barraca, e então coloquei minha mochila ao lado da caminha, que havia no quarto.

Não demorou muito tempo, levou uns 40 minutos até Dean voltar para o local que estávamos, ele chega surpreso e fala:

- UAU!! Você construiu isso? – Diz Dean com um olhar admirado parecendo uma criança.

- Não – Dou uma risada. – A barraca é mágica. Só colocar no chão e ela monta sozinha, tem alguns quartinhos aqui dentro, esse é o meu. E aquele segundo pode ser o seu, e coloca os gravetos ali no centro da barraca e o fogo ira sugir sozinho, tenha uma boa noite. – Fecho o ziper da " porta do meu quartinho". Deito na minha cama e fecho meus olhos.

O sol e a lua Where stories live. Discover now