Capítulo 43 - Meu menino

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Renato

Já estava impaciente.

-Com licença. - Falo para a moça que estava na atendendo no balcão.

-Senhor mais uma vez, eu não tenho informações da sua mulher, por favor sente-se ou terei que pedir para o senhor se retirar. - Ela fala aparentemente sem paciência.

Saio dali e resolvo ir ao berçário. Assim que eu chego vejo uma enfermeira segurando meu menino em seus braços.

-O senhor é pai de algum desses? - A moça falou.

-Sim, desse garotão em seus braços. - Falo e a mesma olha o bebê e depois me olha.

-Parece muito com o senhor, deseja segura-lo? - Pergunta e eu confirmo com a cabeça.

Antes de entrar na sala higienizo minhas mãos para não infectar o bebê.

-Vem com o papai vem. - Falo e vejo a enfermeira rir. - Meu menino. - Falo acariciando de leve a cabecinha do meu garotão.

-Vou deixar vocês se conhecerem melhor, qualquer coisa é só chamar ok? - Ela fala e sai.

Fiquei ali, vendo aquele pacotinho todo enroladinho com uma mantinha que minha mãe tinha dado a Hellen, antes da nossa briga.

Continuo com ele nos braços por mais um tempo até a enfermeira voltar e dizer que eu tinha visita, e que Lucas precisa comer.

Entrego meu filho para ela e me levanto. Quando chego na portaria vejo Renata.

- O que essa puta faz aqui? - Dani fala.

- Não sei, mas ela vai embora agora. - Falo indo até Renata e pegando-a pelo braço e arrastando hospital a fora.

-Aí Reh, tá me machucando. - Fala massageando seu braço assim que eu a soltei.

- Ah então quer falar de ser machucado? De dor? Que tal falarmos do fato de você contratar uma pessoa para ATROPELAR A MÃE DO MEU FILHO! - Falo com ódio eminente em meus olhos.

-Reh eu não fiz isso, não existe só uma Renata no mundo. - Fala se vitimizando.

-AH me poupe Renata, eu deveria chamar a polícia para te prender. - Falo pegando meu celular.

-Se você fizer isso nunca mais você vê seu filho, Renato. - Ela fala em tom ameaçador.

-Isso é uma ameaça? - Pergunto travando o maxilar.

-Considere um aviso, seu eu souber que tem polícia na minha cola seu querido filhinho segue o mesmo rumo que sua querida Hellen.

-Se você tocar em um fio de cabelo da MINHA mulher e do MEU filho, você pode ter certeza que não tem polícia que me segure. - Falo socando a porta do carro dela.

Vou defender minha família com unhas e dentes se preciso.

-Vai embora agora. - Falo já me cansando.

Ela não fala nada apenas coloca seus óculos escuros e entra no carro dando partida no mesmo.

Volto para o Hospital e procuro por Dani.

-Licença, onde foi a garota que estava comigo? O nome dela é Daniela. - Falo para a moça no balcão.

-Ela foi no berçário, creio que seja sua parente. - Fala com uma sobrancelha levantada.

-É uma amiga, ela é a melhor amiga da minha mulher. - Falo cabisbaixo por lembrar de Hellen.

Vou para a sala de espera e me sento em uma das cadeiras.

20 minutos depois

Dani já estava comigo falando sobre meu filho. Ela falava o quanto ele parecia comigo e com Hellen.
Enquanto esperávamos notícias um médico chegou.

-Parentes da senhora Hellen Nayanne. - Fala olhando sua prancheta.

-Aqui. - Falo apressado.

-Senhor Renato presumo. - Pergunta e eu confirmo.

-Senhor Renato sua mulher ela...

Continua...
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Autor 2 - Alberto

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