how many?

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— Então, você poderia me mostrar hoje né? — Jisung diz segurando seu skate na minha frente, ele é realmente muito lindo.

— Se você quiser — dou um sorriso e o garoto da pulinhos de alegria.

Fomos até a minha casa. Han tentou me equilibrar em cima do skate, mas eu acabei quase caindo. Isso foi engraçado, ele começou a rir. Só conseguia prestar atenção no seu sorriso.

— Mas já voltaram? — Minha mãe diz abrindo a porta

— Sim mãe, eu vou mostrar umas coisas para o Han. —Falo olhando para o mesmo e ele abre um sorriso.
Subimos até meu quarto. Jisung fica admirado com a quantidade de fotos que estão coladas em cada canto da minha parede. E até mesmo havia fotos dele; não fotos que aparecessem seu rosto, claro, não sou um maníaco psicopata mesmo que pareça. Mas fotos dele no skate em que achei que ficaram ótimas para estarem só guardadas em um álbum na minha prateleira. Mas fiquei com medo de que ele visse e quisesse fugir dali.

— Uou — Han diz tocando em cada canto, enquanto eu vou tirando as fotos em que haviam dele na minha parede sem que ele percebesse.

— Você tirou todas essas fotos? — Ele olha para mim e eu disfarço rapidamente.

— Ah, sim — sorrio vendo o garoto admirado com minhas fotos. — gostou?

— Tá de brincadeira? São incríveis! — eu sorrio — Mas agora, quero ver as minhas. — ele senta na minha cama.

Abro uma gaveta onde havia uma pasta de fotos em que eu tirava, e havia uma pasta especialmente para ele. Pensei que ele fosse achar estranho e a reação dele seria de medo.Mas foi o contrário.

— Você tem uma pasta de fotos só para mim? — ele sorri — nunca me senti tão especial.

— Você não está com medo? Tipo...eu tirava fotos suas sem sua permissão, e isso é meio... — ele me interrompe.

— Estranho? Sim, realmente é bem estranho. Mas eu devo sentir medo de você? — ele pergunta virando o rosto com uma carinha confusa.

— Não, óbvio que não! Eu nunca machucaria você ou algo do tipo...nem ninguém — digo me sentando ao lado dele.

— Eu sei que não — nós nos olhamos por uns segundos — mas então, o que temos aí? — pega a pasta da minha mão.

— Ah, suas fotos... — digo quase explodindo de vergonha enquanto ele olhava cada foto daquela pasta.

— São lindas. — ele diz olhando para mim, surpreso. —Você realmente não fez nenhum curso? Por que elas estão realmente incríveis. — Eu admirava cada canto de seu rosto. Meu coração batia cada vez mais rápido a cada segundo que passasse. "Tão delicado", penso.

— É, não. E obrigado — dou um sorriso envergonhado.  — Tem certeza que não está me achando um psicopata? Se quiser eu paro de...

— Ei — ele sorri — Tá tudo bem — diz entre umas risadinhas fofas.— Quantas?

Eu o olho confuso.

— Ouantas fotos minhas você iá tirou? Só essas? — ele fecha o caderno e me olha.

— Bem, algumas você se mexia demais e acabavam saindo borradas. Mas sim, basicamente só essas — sorrio. Ficamos parados por uns minutos um do lado do outro em um silêncio estranhamente confortável.

— Bom, acho que já vou indo — ele sorri com seu jeitinho meigo para mim.

— Já? — falo e ele olha confuso — ah, sim claro, tudo bem!
Espero te ver mais vezes. — ele da um sorriso.

— Sem ser pela janela — ele sorri.

— Sem ser pela janela — sorrio novamente para o mesmo.

O levo até a saída, e logo fechando a porta correndo até meu quarto afundando a cabeça nos travesseiros.

— O que foi que acabou de acontecer? — pergunto para mim mesmo.

Pictures of you | MINSUNGHistórias para pegar e não largar. Descubra agora