Any Gabrielly, uma jovem de 21 anos, que está no quarto ano da faculdade de direito, decidiu ir em uma boate com as amigas depois da morte da sua avó.
O que ela não esperava era que aquela nova boate na verdade era um ponto de encontro entre mafios...
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Narradora
Any acordou mais tarde perdida, não sabia onde estava, ainda sentia-se grogue pelo sonífero. Quando ela conseguiu levantar, se sentou e coçou os olhos. Se perguntando onde estava, olhou em volta, enconodada com a escuridão do quarto.
— Onde eu tô? — ela se perguntou tentando tira a coberta que estava em volta do seu corpo.
— Na minha casa! — ela tomou um susto.
Olhou em direção do homem e ele estava sentado no canto do quarto, ao lado da cama. Segurando o botão que acende o abaju. Ela fechou os olhos com a caridade que por mais que fosse fraca, a encomodava.
— Você! Você é o cara do parque! — ela levantou da cama e foi andando para trás, indo em direção à porta — O que eu tô fazendo aqui? O que você quer de mim? — ela tentou abrir a porta. Que por sorte, estava aberta.
Ela correu para fora do quarto e se deu conta que estava em um labirinto de corredores. Ela saia de um e entra em outro, viu uma escada e agradeceu aos céus.
— QUER BRINCAR DE PIQUE-PEGA SUA FILHA DA PUTA! — o homem correu atrás dela.
— NÃO XINGA A MINHA MÃE! POR QUE ESTÁ ME PERSEGUINDO? — ela conseguiu descer as escadas, porém no último degrau ela quase quebrou o pé. Indo com tudo no chão. — CARALHO! — falou se levantou com um pouco de dificuldade e saiu mancando.
Ela foi para fundo da casa, olhou rapidamente e viu só uma quadra, piscina, um parquinho — o que significava que havia um criança ali — e um bar coberto.
— Merda! Onde tá a saída? — falou para si mesma.
— VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR SAIR GABRIELLY! E EU VOU PEGAR VOCÊ! — o homem falou a sua procura.
Ela abre a porta que dá para a saída e se arrepeia, o vento gelado a fez arrepiar. Ela foi mancando até a piscina, quando olhou para trás viu o homem que estava correndo atrás dela.
— Volta aqui. Não adianta tentar fugir, você tá cercada. — ele falou.
— O que você quer de mim? Vender o meu corpo? Me matar e vende meus órgãos no mercado negro? Me levar para um cabaré? Me fazer de sua escrava sexual? Olha, já tô logo avisando eu sou bem irritante e vou fazer seus clientes me odiarem.
— Cala a boca menina! Do que você tá falando? Eu não vou fazer nada disso. Quero apenas conversar. — ele olha para ela que estava tentando se apoiar em uma perna só. — O que você fez? — ele perguntou com raiva. — Se machucou? — ele tentou se aproximar dela.