11 capítulo

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*Pamela*

Depois um tempo a julia foi embora e fiquei esperando o jp vim me buscar, passei o dia inteiro aqui nesse lugar pensando em um nome pro meu filho, pelo ficar aqui serviu pra alguma coisa.

JP: Eai buchudinha, tá pronta pra ir embora?- fala entrando no quarto.

Pamela: Estou pronta sim, mas antes o que você acha do nome ravi?- eu pergunto.

JP: Ah sei lá, não gostei muito parece nome de boyzinho- ele diz eu dou risada.

Pamela: Vou procurar um nome melhor- eu digo.

A gente resolveu os negócios do hospital, o jp mandou o vapor vim pegar a gente de carro até pq eu não podia andar muito.

JP: Minha mãe tá fazendo uma j anta lá pra você- diz abrindo a porta do carro.

Pamela: Até que enfim uma comida de verdade, não aguentava mais aquela comida ruim do hospital- digo e ele dá risada.

JP: Você é muito esfomeada mano, tenho dó do seu futuro namorado- ele diz e eu dou risada.

Não demorou muito pra gente chegar na casa do jp, e eu já vejo a julia lá fora com a mãe do jp e a irmã, o rato e o ph e também o perigo que eu já bati o olho na hora, eles me ajudaram a descer do carro.

Rato: Eita que a buchudinha tá mais buchuda ainda- ele diz e eu dou risada.

PH: Claro né burro, o muleke tá crescendo- ele diz.

Perigo: Carai vocês fala demais- ele diz me pegando no colo, o que me deixou surpresa.

Pamela: Ué do nada isso?- eu pergunto rindo.

Perigo: Não tenho muita paciência- ele diz me levando pra dentro de casa, e me colocou sentada no sofá.

Pamela: Obrigada perigo- eu digo e ele se senta do meu lado.

Perigo: De nada- ele diz dando um sorrisinho de lado.

Ana: Pamela meu amor, você quer comer agora?- ela pergunta.

Pamela: Nossa quero sim tia, eu tô morrendo de fome- eu digo e ela dá risada.

JP: Quando é que você não tá com fome?- ele pergunta zoando e bagunçando meu cabelo.

Julia: Ela já era esfomeada, agora que tá grávida a fome dela multiplicou- ela diz e todo mundo dá risada.

PH: Já escolheu o nome do neném?- ele pergunta e todo mundo olha pra mim.

Pamela: Ainda não, tenho que pensar com calma- eu digo.

Rato: Verdade, se colocar um nome feio a gente vai zuar ele pelo resto da vida- ele diz.

Leticia: Esse menino não vai ter paz, tenho certeza- ela me entregando um prato de comida, que tinha strogonoff com batata palha fiquei até com água na boca.

JP: O olho chega a brilhar quando vê comida- ele diz e todo mundo dá risada.

Rato: Jp, ficou sabendo que o perigo mandou raspar o cabelo da juliana?- ele pergunta enquanto eu como.

PH: A bixinha tá feia pá porra- ele diz rindo. 

JP: Queria tá pra ver essa cena- ele diz.

Pamela: Quem é juliana?- eu pergunto sussurrando no ouvido do perigo.

Perigo: Minha ex- ele diz próximo ao meu ouvido só pra mim escutar.

A gente ficou um bom tempo ali conversando, todo mundo já tinha comido e como jp tinha ido levar a julia em casa o perigo me ajudou a ir pro quarto.

Perigo: Pronto agora você pode descansar- ele diz me colocando sentada na cama.

Pamela: Obrigada de novo- eu digo rindo.

Perigo: De nada, agora eu já vou embora- ele diz saindo mas eu seguro a mão dele.

Pamela: Fica mais um pouco- eu digo.

Perigo: Tem certeza?- ele pergunta.

Pamela: Sim- eu digo me ajeitando pra deitar e ele deita do meu lado.

Perigo: Não fica assustada pelo o que eu vou falar agora, mas desde daquele dia do hospital eu não paro de pensar em você- ele diz e eu dou um sorriso de lado.

Pamela: Eu também não paro de pensar em você desde daquele dia- eu digo.

Perigo: Sério?- ele perguntou e eu concordo.

Ele se aproxima pra mais perto do meu rosto, e tira um fio de cabelo que tava no meu rosto.

Perigo: Posso?- ele pergunta e eu balanço a cabeça em sinal de sim.

Ele iniciou um beijo lento, e um beijo molhado, ele colocou a mão atrás da minha nunca o que me fez arrepiar, e ele foi distribuindo beijos no meu pescoço, o que começou a me deixar loka, ele voltou a me beijar e dessa vez foi um beijo mais quente mas ao mesmo tempo suave.

Perigo: Eu acho melhor a gente parar por aqui, não quero ficar com mais vontade do que eu já tô, e nem quero te deixar com vontade sendo que você não transar no momento- ele diz interrompendo o beijo.

Pamela: Tudo bem eu entendo- eu digo meia triste pq eu tava com muita vontade.

Perigo: Quando você sair do repouso a gente se diverte mais princesa.- ele diz me dando um selinho.

Pamela: Tá bom, como você virou dono do morro?- eu pergunto puxando assunto, e ele me ajeita pra deitar no colo dele.

Perigo: Eu entrei pro crime junto com o jp, a gente começou como aviãozinho nisso o ex dono via que eu era responsável, e ele tinha um certo carinho por mim por saber da minha história, já tinha se passado um tempo e eu já tava como o gerente da boca principal, antes de um confronto com a polícia o jv que era o ex dono já deixou avisado caso ele morresse naquele dia, eu ia ser dono e agora eu tô aqui- ele diz e eu presto atenção.

Pamela: Nossa, e como sua mãe se sente com isso tudo?- eu pergunto.

Perigo: Minha mãe morreu já vai fazer 2 anos, ela pela aquela maldita doença o câncer- ele diz.

Pamela: Nossa sinto muito, eu também perdi minha mãe ela morreu quando eu tinha 5 anos- eu digo.

Perigo: Sinto muito, sei o quanto é difícil isso- ele disse- mas me conta essa história da sua gravidez- ele diz curioso.

Pamela: Bom eu ficava com um cara da minha escola, descobri que eu tava grávida quando eu contei pra ele, ele disse que o filho não era dele e que eu tava mentindo, depois disso eu vim pra cá com o meu pai- eu digo.

Perigo: Nossa que filha da puta, esse dai não pode nem se chamar de homem ele é um muleke- ele diz bravo.

Pamela: Eu nem me importo mais com isso, eu tô muito bem- eu digo.

A gente ficou um bom tempo conversando, só ele teve que ir embora por conta de uns b.o lá a boca, então depois ele saiu eu dormi pensando em nome pro meu filho.

A GravidezOnde histórias criam vida. Descubra agora