chapter eleven

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🚨Antes de começar o capítulo, venho dizer que o início dele pode ser desconfortável para algumas pessoas!
Então se não gosta, ou não se sente bem, não leia! Não diga que não foi avisado!








Maria Luiza

Meu celular travava de tantas notificações, comentários desnecessários

Falavam da minha aparência, do meu corpo, das minhas inseguranças e do quanto eu não prestava

Eram praticamente 3 horas da manhã, e eu chorava baixinho para não acordar Pedri, que dormia como um anjinho

Eu estava no banheiro, com uma lâmina em minha mão esquerda e o meu celular na direita

Meus braços ardiam, e meu pijama branco, era tomado — uma parte — pela cor vermelha, do meu sangue

"Ela não serve para o Pedri! Deveria ser uma loira do corpo lindo, ela tem o corpo horroroso!"

E foi mais um comentário que me deu um motivo de mais um corte

Meu celular descarrega, e eu fico ali, sentada, chorando e com os braços escorrendo sangue

Ouço batidas da porta

— Malu, você tá aí dentro? — Uma voz rouca e meio sonolenta diz através da porta

— To.. — Digo baixinho

— Me deixe entrar, o seu choro foi baixo, mas baixo o bastante para eu ouvir, é o Pedri— Ele fala

Merda, a pessoa da qual eu não queria que visse eu fazendo o que estava fazendo, ele ia me odiar de vez!

Destranco a porta e deixo para que ele abra, sento no vaso, sentindo minha pernas bambas e fracas

— Porque está trancada aqu..— Ele faz uma pausa ao me ver naquele estado — Maria Luiza, solta essa lâmina, agora

Ele praticamente ordena, e eu coloca a lâmina sanguentada em cima da pia

— Desculpa..— Ele fica confuso — Eu sou inútil, meu corpo não é o suficiente para você, você não me merece, eu não sou a "mulher perfeita", é muito menos uma loira, resumidamente, eu não sou a tal da "mulher perfeita" — Ele me olha

— Você é o suficiente sim! — Ele afirma me levantando

Quando o mesmo viu que eu não tinha condições para ficar em pé, me colocou sobre a pia

— Não sou Pedro! Quantas vezes eu não fui comparada por outras mulheres na minha vida? Várias vezes! A minha tia vivia me comparando a minha prima, por ela ter tudo na mão dela, e ser uma puta de uma mulher gostosa, e eu? Eu fui o resto! Eu me virei sozinha desde os meus 17 anos de idade. Nunca fui e nunca vou ser a mulher que eu quero ser, agora ser comparada a outras pessoas na internet? É horrível! É horrível quando você já tem insegurança no seu corpo, e inseguranças em si própria, e o único jeito de fazer com que isso passe, é me cortar! — Eu digo tudo que ficou entalado na minha garganta por anos

Ele fica estático com o que eu havia dito

Segundos depois, ele me abraça

— Você é a mulher mais forte que eu já vi, Malu. Você é inspiração de várias amigas suas, disso eu tenho certeza, e você é mais gostosa que sua prima — Ele diz me fazendo rir

— Vamos cuidar disso aí— Ele aponta pro meu braço

— Vamos, mas antes.. — Dou um selinho nele rápido, que sai sorrindo do banheiro, com o meu ato

Fico ali balançando minhas pernas que nem uma criança enquanto esperava ele chegar com a caixa de primeiro socorros

Ele finalmente chega, e coloca a caixinha ao meu lado, o observo a cada ação dele

— Talvez arda um pouquinho, se arder você aperta minha mão — Ele segura minha mão com a sua outra mão livre

Ele começa a passar o soro fisiológico sobre meu braço, e eu apertava mais e mais a sua mão

— Prontinho, desinfeccionados, vou fazer um curativo, e a mocinha vai voltar a dormir, agarrada comigo, óbvio — Ele diz rindo, me arrancando uma risada sincera

Ele termina tudo e me leva,no colo, pra cama

Quando deitamos, eu me agarro seu quadril, enquanto deixei minha cabeça sobre sua curvatura, ele me aconchegou mais

— Eu te amo, te amo muito! — Ele sussurro em meu ouvido

(🚨pequeno cabaré aberto agora)



— E eu te amo muito mais — Sussuro de uma forma sexy em seu ouvido

Pude sentir a ereção dele em minha coxa, me fazendo rir nasalmente

— Não se atreva a falar nada que não vá fazer— Ele diz baixo

— E quem disse que eu não vou fazer? — Me levanto e me ajoelho ao seu lado

Vejo o mesmo levantar também

Abaixo seu shorts, percebendo a ereção formada por sua cueca, não demoro para tirar a sua cuca também

Dou um sorriso malicioso para o mesmo, que retribuiu. Sigo com minha mão até seu pênis, e faço movimentos lentos, o escuto arfar

— M-Malu.. — Ele joga sua cabeça para trás

— Me promete não gemer alto, gatinho — Falo em seu ouvido

Vou aumentando os movimentos

— I-Isso...M-Malu! — Ele geme alto

Ele goza em minha mão, fazendo com que eu chupe tudo

Vou até do seu lado e deito

— Acha mesmo que só você pode bater uma pra mim? — Ele provoca

— Faça o que quer fazer, gatinho, meu corpo é todo seu.. — Digo

Ele arranca meu pijama, me deixando apenas de calcinha

Ele me beija de uma forma calorosa, enquanto retirava minha calcinha, deixando nos dois sem roupa

Ele segue até minha intimidade lentamente, me arrancando um gemido meio alto

— Vai ter que gemer baixo também, gatinha — Ele retruca o que eu tinha dito

Ele chega em minha intimidade e começa a brincar com meu clítoris, me arrancando outro gemido, porém baixo

— P-Pedri... — Mordo meu lábio inferior

Ele enfia dois dedos, e em movimentos lentos, sinto um calor subindo por minhas pernas

— Quer que eu pare? — Ele diz aumentando a intensidade

— Não, p-por fav..— Antes que eu pude continuar

Ele aumenta a intensidade me fazendo, também, gozar em seus dedos, vejo nos dois ofegantes

Ele leva seus dedos até sua boca os chupando

— Você é ótimo com as mãos, Gonzalez — Digo

— Você também Acevedo — Ele diz — Quando nós vamos repetir? — Ele pergunta de forma maliciosa

— Você está no cio? — Digo rindo nasalmente

Depois disso fomos dormir, agarrados, como ele havia dito

That way i loved you- Pedri GonzalezOnde histórias criam vida. Descubra agora