chapter four

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Mary Monteiro

29 de Novembro de 2020.
Paris.

Acordei de madrugada por voltas das 4:20 da manhã sem entender na onde eu esta por eu estar sonolenta ainda, e olhei ao redor sem saber como vim parar no quarto se tinha dormido no sofá. Quando olhei pro lado vi simon deitado comigo sem camisa só de box e calça de moletom. "QUE!! Mais que merda ele esta fazendo aqui"

Me levantei com cuidado da cama pra não acorda simon, e foi até o banheiro e depois desci pra cozinha beber água e foi para a sala e me deitei no sofá. Passa um pouco escutei passo na escadas vindo em minha direção.

- oque você está fazendo aqui - ele diz cruzando os braços com a sobrancelha arqueada.

- deitada não esta vendo? - falo com voz de sono.

- não diga! - ele diz vindo até o sofá e parando na minha frente com a mão na cintura e passando a mão no queixo - vem! Vamos pra cama!.

- não, estou muito bem aqui - falo olhando pra ele.

- eu não perguntei, eu mandei! - ele diz serio - você vai ir ou vou ter que levar?

- eu já falei que não - falo com a sobrancelha arqueada.

- não e? - ele diz me pegando no colo sem esforço nem um.

- da pra me solta? - falo olhando serio pra ele.

- não, só vou te solta quando chegar na cama - ele diz com toda tranquilidade do mundo.

"Tá de sacanagem comigo não e possível"

Simon sobe a escada comigo e me leva pro quarto e me coloca na cama.

- vai fica por livre espontânea vontade ou vou ter que te amarra na cama pra você ficar quieta? - ele diz com tom cínico.

Não falo nada, só o olho revirando os olhos pra ele.

- Quero ver se quando eu te fazer gozar, se você vai revirar os olhos assim - ele diz pegando no meu queixo e roçando os lábios no meu.

- haha, isso nunca vai acontecer - falo com sarcasmo olhando pra ele.

- não duvide da minha capacidade bonequinha, sou capaz de fazer coisas que você nunca sonho - ele diz olhando fixo nos meus olhos com sorriso de canto.

- não estou duvidando de você, só estou afirmando que isso não vai acontecer - falo olhando pra ele e me levantando da cama.

Me levanto da cama ficando uns três passos longe da cama.

- se eu fosse você eu não teria tanta certeza disso - ela diz se aproximando lentamente de mim.

A cada passo de simon era um passo meu para trás, até ele me fazer cair sentada na cama.

- você não deveria resistir a algo que também quer - ele diz se inclinado pra frente e apoiando a mãos na cama.

- e-eu não tô resistindo a nada - falo com a voz trêmula.

- certeza bonequinha? - ele diz com uma das mão subindo lentamente pra minha coxa.

AMOR DOCE AMOROnde histórias criam vida. Descubra agora