Cap. 9

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Todos subiram e estavam em seus quartos, arrumando suas bagagens.
Midoriya e Katsuki estavam arrumando as coisas, quando o esverdeado caminhou em direção ao banheiro do quarto, algum tempo se passou em silêncio, logo depois se escuta um barulho e a voz do menor.

- Po-porra...

Bakugou foi ao encontro do outro com o pretexto de lavar suas mãos.

- Como você é lerdo ao ponto de cair?

- Não enche...

- Levanta, eu quero usar o banheiro.

- Espera... - Izuku fez uma expressão de dor, tentou levantar, mas a dor era intensa demais.

O menor percebeu que havia torcido o tornozelo, e ficou imóvel para não doer. Bakugou percebeu que tinha algo de errado com o tornozelo do esverdeado, e de forma desajeitada o pega e leva até sua cama.

- Me põe no chão... - Izuku se debatia, era melhor estar no chão do que nos braços dele.

- Cala a boca!

Em passos lentos Katsuki chegou á cama do esverdeado e o sentou. Depois foi em direção ao banheiro e passou algum tempo lá. Izuku massageou a área e aos poucos a dor sumiu.
Como saíram de casa cedo, tiveram bastante tempo. Havia uma piscina, então todos se reuniram para irem aproveitar e se divertirem. O dia foi cansativo, Midoriya passou por muitos estresses tentando evitar o loiro, que por pura diversão jogava água no menor. Inko e Mitsuki apenas conversaram e Masaru cochilou. Algum tempo depois, a hora do jantar do hotel chegou, todos jantaram juntos e conversaram. O esverdeado conversava com os adultos, mas não com Bakugou, por isso, ele fez o mesmo que o menor, e assim a hora de dormir chega, ambos estavam subindo para o quarto. Quando chegaram, perceberam uma mancha na cama do sardento e Bakugou fez uma cara estranha, como um sorriso travesso.

- Há, minha cama tem espaço pra dois, sabe?!

- Não enche!

Tomaram banho, separados. E em alguns instantes estavam deitados para irem dormir. Em pouco tempo o clima se torna mais frio e ambos acordam com o barulho de trovões e chuva. As condições do hotel não eram como no anúncio, Katsuki descobriu isso ao escutar barulhos de goteiras, e Izuku percebeu ao ser afogado em pingos de água. Midoriya levantou, colocou seus cobertores no chão e se deitou, mas o chão era muito desconfortável.

- Que azar. - o loiro ria.

Izuku o ignorou enquanto estava ajeitando os cobertores, o chão estava extremamente desconfortável, o que era evidente pelas várias vezes em que ele mudava de posição.
Bakugou se levantou, e foi para o lado oposto da cama do menor e a afastou, trazendo-a para junto da sua.

- Qu-que? Não quero dormir assim!

Izuku estava considerando a ideia de dormir confortável, mas se fosse, iria dormir ao lado do maior...

- Você que sabe! - o loiro voltou a se deitar.

Izuku ficou alguns segundos olhando para a cama.

- Seu maldito... - ele murmurou.

Ele subiu devagar e se deitou no canto, o mais longe possível de Bakugou.

Izuku, eu ainda posso te alcançar? (Bakudeku)Onde histórias criam vida. Descubra agora