Tom Kaulitz, o astuto e sedutor líder da gangue Devilish, nunca imaginou que uma simples missão o deixaria completamente hipnotizado. Ao cruzar o caminho de Layla Klein, a namorada do filho de um dos empresários mais poderosos da Alemanha, ele se vê...
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Assim que o homem ao qual acabei de transar ao lado de um difunto saiu do quarto, me remexi na cama para pegar meu celular ignorando Kaulitz ter praticamente ordenado eu dormir.
O número sete aparece no visor do meu celular indicando que já são sete horas da manhã.
Sete horas da manhã de sexta-feira.
Amanhã é sábado, o dia que vai decidir o possível resto da minha vida. Quando sai da casa dos meus pais em busca da minha independência, não estava contando em ganhar dois gângsters querendo minha posse. E sei que não adianta eu tentar fugir, eles iriam atrás de mim para ganhar o seu "prêmio".
Kaulitz precisa ganhar essa corrida. Se ele não tivesse me obrigado a ser companhia dele naquela noite, eu não estaria nessa situação.
— Hey! — Digo assim que Mavie atendeu ao meu telefonema.
— Vagabunda, aonde você está? — Sua voz sai como um grito e um pouco alterada — Esqueceu que tem amiga?.
— Você está bêbada? — Pergunto segurando um mini riso.
— O álcool já está quase todo fora do meu corpo. — Diz dando uma risada — Sabe aquele professor de Recursos Humanos que ficava me olhando na faculdade? — Sua voz sai baixa.
— Sim — Minto. Eu não lembro mais de nada sobre a faculdade.
— Encontrei ele na boate e agora estou na casa dele. — Sussurrou — Amiga... Muito bom. — Seu tom de voz é malicioso.
— Você transou com o professor? — Pergunto arregalando os olhos — Você é inacreditável, Mavie.
— Ele tem apenas trinta e três anos — Se defende — e está muito em forma.
— Aonde ele está agora?.
— Na cozinha preparando um café da manhã. — Soltou dando uma risada nasalada demonstrando estar adorando a situação — Layla Klein, aonde você está dessa vez?.
— Estou em Los Angeles. — Digo tirando o lençol de cima de mim e encaro as manchas de sangue em meu corpo.
Kaulitz e suas brincadeiras com objetos cortantes.
— Los Angeles? Está fazendo o que aí, mulher? — Sua voz sai em um tom engraçado.
Eu jurava que tinha a contado sobre a viagem.
— Vim viajar com os meninos. — Me levanto da cama e caminho até minha mala. Preciso de um banho. — Adivinha quem está em um quarto na cobertura? — Brinco enquanto ligo a hidromassagem.
— Você já era rica e ficou mais rica ainda, enquanto a pobre aqui está a cada dia mais pobre! — Zomba — Pelo amor, me mostra tudo! Liga essa câmera!.
— Eu vou tomar banho agora, Mavie. — Digo mexendo em minha mala buscando uma roupa confortável.
— E daí? — Soltou e em seguida o pedido para abrir minha câmera apareceu na tela do meu celular.