Hyunjin
— Já pode me comer agora, já somos namorados.
— Não, não agora.
— Por quê?!
— Por mais que eu ache essa bunda bem atraente, eu não vou degustar dela agora.
— Aish, você é muito sem graça.
— E você é muito necessitado.
— Ai, Jinnie, por favor!
— Semana que vem talvez?
— Nada de semana que vem!
— Então não vai rolar.
— Aish, Hyunjin...
Ele já estava me irritando.
Prendi ele contra a parede, fazendo suas costas se chocarem contra ela. Segurei seu queixo e aproximei nossos rostos lentamente, até finalmente nossos lábios se encostarem.
Ele foi ficando mole, até perder a força das pernas. Precisei segurá-lo para que não caísse.
— Sabe, loirinho... eu já vou indo.
— O quê? Não!
Ele segurou minha mão. Tadinho.
— Está tarde, tenho que voltar pra casa.
— São 7 da noite, Hyun.
— Mas eu tenho que arrumar algumas coisas pra aula de amanhã.
— Hoje é sexta...
— Eu só estou brincando, ok?
— Idiota.
Empurrei ele para a cama, ficando entre as pernas dele.
Ele ficou vermelho. Engraçado... quando estava mostrando quase a bunda inteira pra mim não ficou assim.
— Mudou de ideia?
— Não.
Coloquei a mão em sua nuca e o puxei novamente para um beijo. A boca dele tinha gosto de tutti-frutti.
— Hyun...
— Sim?
— Dorme aqui comigo hoje?
— Durmo, claro.
Voltamos a nos beijar até sermos interrompidos novamente.
Porra, universo. Colabora.
— Felix... oh, atrapalhei?
— Minji! Bata na porta!
A tal da Minji bateu na porta com um deboche enorme.
— Bati.
— Vou te demitir.
— Demite nada. Você vai ficar sem suas fofocas do bairro se me demitir. Agora você tem roupa pra guardar.
— Guarda pra mim, Minminji.
— Não, folgado.
Ela cruzou os braços.
— Não vê que eu estou com visitas?
— Então arrume antes que fique paraplégico.
Ela saiu do quarto, deixando nós dois sozinhos novamente.
— Ah, Minji!
— Eu te ajudo, amor.
— Não, Hyun, não precisa.
— Anda logo, levanta.
— Guarda pra mim então?
— E o que eu ganho com isso?
— Eu te empresto meu cartão e a gente vai em alguma loja de artes que você goste.
— Fechado.
Dobrei tudo para ele.
Tirando o fato de que roubei uma calcinha dele... mas não importa. Ninguém liga. E ele não vai ficar sabendo.
— Pronto. Agora levanta, vamos lá.
— Ah, amanhã, Hyun. Estou com preguiça agora.
— Golpista.
— Eu não disse que iríamos hoje.
— Você tem um ponto... na verdade, vários.
Foi só então que percebi as sardas dele.
— Oh... não olha muito.
— Poxa, eu ficaria olhando por horas.
— Vamos dormir. Amanhã você vai fazer compras, tá bom?
— Nem um beijo eu recebo por ter guardado tudo?
— Isso sim. Vem aqui.
Ele me puxou pela gola e me deu um beijo, deixando novamente o gosto de tutti-frutti na minha boca.
— Boa noite, Hyun.
— Boa noite, anjo. Te amo.
— Também te amo.
No outro dia
Felix
— QUE PORRA É ESSA, FELIX?!
Acordei assustado com a voz do meu pai.
— P-pai?
— Ah, eu sabia! Viu, Karina? Eu te disse que seu filho era uma prostituta e que ele vai acabar com nossa reputação na moda!
— Yeon... se acalme.
— Felix, eu quero esse menino fora daqui até eu e sua mãe chegarmos. Caso contrário, eu mesmo mato ele.
— Sim, senhor...
Eles saíram do meu quarto. Minha mãe estava de cabeça baixa.
Pelo menos ela tentou me defender.
Assim que a porta se fechou, comecei a chorar, afundando o rosto no peitoral de Hyunjin.
Por que meu pai tinha que ser assim?
O que ele tem contra mim?
— Jinnie... acorda.
— Hm?
— Hyun, por favor.
— O que foi, anjo? Por que está chorando?
— Meu pai, Hyun... eu não sabia que eles chegariam de viagem hoje. Eles geralmente chegam depois de um mês...
— Tá, mas o que aconteceu?
— Ele brigou comigo.
— Por quê?
— Ele disse que eu era uma prostituta e que eu iria acabar com a reputação dele...
— Não liga, ok? Ele é muito besta e não conhece o filho maravilhoso que tem.
Respirei fundo, mas o medo ainda estava ali.
— Você precisa ir embora, Hyun. Ele disse que se chegar e te ver aqui, ele vai te matar...
— Ei, meu bem. Não se preocupa, tá? Eu vou embora. Assim que eu chegar em casa eu te ligo.
— Deixa eu ir com você, Hyun.
— É perigoso, meu anjo.
— Por favor! Eu não quero ficar aqui.
Ele suspirou.
— Tudo bem... mas meu apartamento não é tão grande igual o seu, ok?
— Não ligo. Só me leva com você...
— Vamos.
Continua..
Gordo preto imundo desgracado filho da puta songo mongo idiota gigante de quatro cabeças, esta é a definição de: Pai do Felix😍 espero que gostem e uma flor p uma leitora desesperada🌷 durmam bem!
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A Dama e o Vagabundo
FanfictionA história clichê de "A Dama e o Vagabundo" mas em um universo diferente Felix- a dama, nasceu em um berço de ouro mas é muito simpático, bem ao contrário do que pensam Hyunjin-o vagabundo, um menino pobre mas que ama pintar e sempre corre atrás de...
