Onde Jungwon só queria ajudar o garoto que parecia ter desmaiado na piscina.
Ou, onde Riki estava descansando na piscina e quase se afogou quando um baixinho do taekwondo pulou para lhe "salvar".
[ Oi, oi. Vocês gostam de ler? Espero que sim. Eu não gosto muito de fazer capítulos grandes, pois alguns podem achar a leitura cansativa, mas isso faz a história se arrastar, e isso sim pode ser chato.
Eu vou ver como faço daqui para a frente, talvez as vezes aumente um pouquinho os capítulos.
Boa leitura. ]
• 16:00 •
Jungwon estava treinando na garagem de sua casa, que ele tinha transformado em uma pequena e simples academia pessoal. Ali ele não precisava esperar nenhum aparelho desocupar ou voltar em outro horário por estar cheia demais.
Treinava seus chutes quando ouviu a campainha soar. Saiu pelo portão e deu a volta, encontrando Riki esperando em frente a porta.
O Nishimura vestia uma camisa branca com listras pretas na vertical, uma calça de igual de moletom cinza, um tênis simples e tinha uma mochila de lado. Jungwon parou para pensar e percebeu que o Nishimura parecia ter mudado um pouco seu estilo, estava usando roupas que deveriam fazê-lo parecer mais simples, sem sucesso porque tudo ficava bom nele.
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— Oi… — chamou vendo ele dar um leve pulo de surpresa e virar rápido.
— Que susto! — foi até ele. — Estava treinando? Eu atrapalhei?
— Não, eu já tinha terminado. — tirava as fitas da mão. — Aconteceu alguma coisa?
— Eu lembrei que agora somos amigos, mas eu não tenho o seu número.
— E você veio até aqui para pegar meu número?
— Também vim para ver se ainda tem sorvete na sua geladeira. — os dois riram.
— Agora eu acredito.
— É essa a ideia que você tem de mim? Um interesseiro? — fingiu estar indignado, balançando a cabeça em negação. — Eu também vim trazer isso. — tirou um recipiente pequeno da mochila.
— Oh! Você fez o sorvete! — sorriu animado. — Vem por aqui. — o guiava até a garagem. — Finge que não tem bagunça.
— Uau… — Riki olhava ao redor admirado. — Foi você que arrumou?
— Sim.
— Ficou bem legal. — pendurou sua mochila em um equipamento e foi até o saco de areia, desferindo dois socos rápidos.
— Você é bom.
— Obrigado… Ah, outra coisa. Você é bom em matemática?
— Não, mas eu tiro nota suficiente para passar.
— Eu preciso de ajuda. Estou quase entrando em desespero. — tirou o caderno da mochila. — Eu já entreguei duas vezes, e nas duas estava errada. E amanhã tem uma atividade avaliativa sobre esse assunto.