𝐏𝐑𝐎𝐋𝐎𝐆𝐎

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❛ Os dias sombrios duraram apenas até o sol, chegar

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❛ Os dias sombrios duraram
apenas até o sol, chegar

Hanami adorava o sentimento de adrenalina, sentia-se livre, longe das amarras da sociedade, era como se ninguém conseguisse a tocar, a julgar, ou ao menos nota-lá, não ligava para nada disso quando a adrenalina corria sobre suas veias

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Hanami adorava o sentimento de adrenalina, sentia-se livre, longe das amarras da sociedade, era como se ninguém conseguisse a tocar, a julgar, ou ao menos nota-lá, não ligava para nada disso quando a adrenalina corria sobre suas veias.

E ali, fazendo a prova de admissão escondida de seu pai ― onde ele podia aparecer a qualquer momento. ― nunca sentiu tanta adrenalina em sua vida.

Estava sentada ao lado de uma garota de cabelos, e pele rosa, com pequenos chifres amarelados no topo de sua cabeça. Que tinha descoberto à pouco que se chamava Ashido Mina.

Um homem loiro apareceu no palco iluminado, no centro da sala, explicava sobre a prova prática, pórem tinha algo que estava incomodando-a um garoto de cabelos encaracolados e com tonalidade esverdeada, murmurava palavras sem nexo durante toda a explicação.

― Com licença, ― um garoto de cabelos azulados, e óculos se levantou. ― Você disse que tem três robôs de treinamento dentro das áreas, pórem o folheto exibe quatro, isso é uma falha da escola?

― E ei você de cabelo verde, ― chamou o azulado. ― você não parou de falar durante a apresentação toda, está atrapalhando.

O de cabelos verdes se afunda na cadeira, mesmo com o ambiente escuro, era possível ver a tonalidade rosada em suas bochechas.

― Para qual centro de treinamento você vai? ― pergunta a encaracolada a seu lado.

― O A, e você? ― respondeu, retirando a franja insistente que caia sobre as orbes amarelas encaravam fixamente o panfleto.

― B, que pena que não estaremos juntas, ― solta a rosada em um muxoxo. ― espero que possamos nos ver na U.A.

― Nós, vamos. ― confirmou a bicolor.

― Não me falou seu nome!

― Desculpe, meu nome é Yoshikawa Hanami, prazer.

Tinha destruído cerca de oitenta e sete robôs, um número considerável, e tinha certeza que tinha ido bem na prova teórica

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Tinha destruído cerca de oitenta e sete robôs, um número considerável, e tinha certeza que tinha ido bem na prova teórica.

Provavelmente tinha sido aprovada, o que mais lhe preocupava no momento era a reação de seu pai.

Não é como se ele fosse uma pessoa explosiva, e agressiva, não, era bem pior, ele era frio, racional, e calculista, passava semanas respondendo secamente a todas as suas tentativas de interação, quando algo não correspondia suas expectativas.

Talvez fosse esse o caso, passasse a semana a ignorando, para depois agir normalmente, ou talvez a impedisse de realizar seu sonho, mas ele seria tão cruel ao ponto de privar a maior realização de sua vida?

Estava deitada de bruços sobre a cama, quando ouviu duas batidas na porta, uma batida fraca, e melodiosa, Mitsui.

― Pode entrar. ― murmurou, sem desviar os olhos tediosos do teto da casa.

Mitsui, era sua madrasta, a nova esposa de seu pai. De início, pensou que a mulher seria uma interesseira, afinal o Yoshikawa mais velho era um dos cinco homens mais ricos do Japão. Mas quando a conheceu, descobriu que tratava-se apenas de um pré-conceito, Mitsui era a mulher mais doce que já conhecerá ― tirando sua mãe, mesmo com os poucos anos de vida que passará à seu lado.

― Recebeu uma correspondência, ― a mulher sorri estendendo a carta, ainda lacrada, para a mais nova, a garota levantou em um pulo, pegando a carta murmurando um obrigado, e violando o selo, abrindo e lendo as linhas. ― de quem é? De quem é!

A de cabelos castanhos-claros tentou olhar sobre seus ombros, pórem a de cabelos meio azul, meio branco, puxou a carta de um modo que ela não pudesse ver.

― Promete que não vai contar pro' meu pai, pelo menos não por enquanto. ― as orbes amarelas encaravam fixamente Mitsui, com o mindinho estendido em sua frente.

― Hana, eu não posso prometer-

― Promete Mitsui, por favor.

A de olhos azulados soltou um suspiro arrastado, não seria muito difícil não contar para o marido, afinal, ele nunca estava em casa, cruzou o dedo com o de Hanami.

― Vou ver o que posso fazer.

― Eu fiz o teste para a U.A. ― os olhos da morena se arregalaram. ― E fui aprovada.

 ― E fui aprovada

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𝐓𝐇𝐄 𝐒𝐔𝐍 ━━━━ Bakugo Katsuki.Onde histórias criam vida. Descubra agora