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── Posso beijá-la?
A pergunta saiu como um sussurro arranhado dos lábios de Sukuna. Você sentiu um arrependido percorrer toda sua pele, centímetro por centímetro.
── Sim.
Ele te segurou firme pela cintura, deslizou a mão entre seus cabelos e inclinou-se na sua direção e beijou seus lábios delicadamente.
Era difícil, depois de tudo, não imaginar que Sukuna poderia ser gentil e agradável, mas, por você, era.
Ele esperou até que sentisse o gosto dos lábios dele e, quando você passou os braços ao redor de seu pescoço, finalmente conseguiu aprofundar o beijo. Lento e gentil. Você sentiu um arrepio pelo corpo quando sentiu a língua dele na sua e quando suas mãos esfregavam suas costas.
Havia desejo ali, uma vontade descontrolada de que o beijo se tornasse algo mais, mas Sukuna deixou que você o guiasse até que a permissão fosse concedida.
── Eu amo você ── ele disse ── Eu amo tudo em você.
Você sorri, sabendo que ele nunca cansaria de dizer aquilo.
── Podemos viver aqui ── continuou ── Podemos viver em qualquer lugar que quiser. Só quero ficar perto de você.
── Estou liberta do seu domínio? ── você ri ── Posso ir embora?
Sukuna passou a mão em seus cabelos, havia um sorriso diverto ali e você gostou disso.
── Pode fugir, amor ── falou ── mas, não irá muito longe.
Você concordou, no fim. Estar em qualquer lugar além dali séria burrice e a solidão era algo que não gostaria de enfrentar novamente.
Com Sukuna, tinha um lar e alguém que se importava com você tanto quanto qualquer outro. Não era de todo ruim, ainda teria que lidar com seu temperamento e ficar presa no domínio dele todas às vezes que acabassem se opondo contra suas ideias.
Aquilo podia mudar, certo? Aos poucos. Talvez.
── Não vou fugir ── você falou ── Nunca mais.
Para Sukuna, aquilo era a prova perfeita para saber que você ficaria com ele pela eternidade. Mesmo sabendo que, para mante-la junto a ele, teria que prendá-la em seu domínio.
Agora, ele tinha você nos braços. Bonita e gentil, poderia olhá-la assim para sempre.
A mortalidade humana ainda seria um problema, mas Sukuna podia lidar com aquilo depois, quando chegasse a hora. Era capaz de fazer o mundo curvar aos seus pés e fazer o tempo parar. Nada nunca mais os separaria.
E quem ousasse fazê-lo, sofreria. Sukuna nunca mais perderia você novamente.
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001.
Quem é vivo sempre aparece? Sim, menos metade dos personagens de JJK. Vejo vocês nas notas finais.
002.
Espero que tenham gostado. Não esqueçam de votar e comentar o que estão achando e de ir ler minhas outras histórias publicadas Bjos!.
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