T E N

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- Andrew -




Estava a dormir super bem, quando sinto algo frio, ou melhor, gelado a ser entornado sobre mim, o que, devido ao sobressalto, levou a que caísse da cama abaixo, ou seja, fiquei esparramado no meio do chão, ainda embrulhado nos lençóis, com uma dor de cabeça infernal.

"Caralho, que dores de cabeça!"- reclamei, num tom baixo, depois de estar no chão com as mãos na cabeça , como se esse gesto fosse adiantar de alguma coisa-"Quem é que foi o filho da mãe que me acordou assim, tão docemente?"- questionei, sarcasticamente, num tom um pouco mais elevado, mas não demasiado devido à dor de cabeça instalada, sem virar o rosto com o meu bom-humor matinal.

"Andrew Dennis Biersack, olha o respeito!"- proferiu a minha mãe num tom mais, muito mais elevado, visivelmente irritada.

"Merda..."- murmurei, de maneira a que a minha progenitora não ouvisse, recompondo-me o mais rápido possível, que talvez não tenha sido assim tão rápido devido à dor de cabeça com que me encontrava -"...mãe, não sabia que eras tu, desculpa."- tentei acalmar a situação.

"É mesmo bom que não volte a acontecer, Andrew!"- reforçou a minha progenitora ainda num tom elevado, embora com uma expressão mais suavizada, talvez tivesse um pouco mais calma.

"Não se volta a repetir, foi apenas uma vez sem exemplo, mãe."- assegurei, pondo as mãos sobre a cabeça -"Mãe, podias chegar-me uma aspirina e um copo de água, por favor? Estou cheio de dores de cabeça."- questionei enquanto a encarava. A minha mãe, depois de estar algum tempo a observar-me, atentamente, ficou com uma cara um pouco assutada, pois o meu aspeto não devia ser dos melhores.

"Mas estás bem, Andy?"- perguntou com um ar preocupado, dirigindo-se na minha direção ocupando, por fim, um lugar seco ao meu lado na cama. Eu apenas murmurei um simples 'sim' deitando a cabeça no colo seu colo, enquanto ela me mexia no cabelo. Ficamos nestas posições, durante algum tempo, até a minha se levantar da cama e quebrar o silêncio -"Vou num estante lá abaixo buscar uma aspirina e um copo de água, como tu me pediste, para ver se essas dores de cabeça passam."- disse enquanto de dirigia para a saída do meu quarto.

"Mãe..."- chamei-a num tom baixo, ela parou à porta e encarou-me -"...porque me acordas-te daquela forma, tão simpaticamente?"- perguntei, enquanto a minha mãe soltou uma gargalhada, provavelmente, devido às minhas figuras de à momentos atrás.

"Sabes que horas são?"- perguntou rindo. Eu abanei a cabeça negativamente, enquanto mantinha uma expressão confusa -"Então, meu querido, neste preciso momento, são exatamente..."- fez uma pequena pausa enquanto olhava para o relógio que trazia no pulso -"...05:28 PM."- finalizou.

"Foda-se."- saiu-me, enquanto a minha mãe me lançava um olhar ameaçador -" Ups, peço desculpa, saiu."- desculpei-me enquanto coçava a nuca, num ato desconfortável -"Mas não podias, ó menos, ter-me acordado de uma forma mais doce?"- perguntei.

"Eu bem que tentei mas tu não acordavas, então teve se ser desta forma."- respondeu, soltando pequenas gargalhadas, outra vez. Eu apenas me levantei e dirige-me à casa de banho para ir tomar um duche, pois estava todo encharcado, enquanto a minha mãe se dirigia para o andar inferior.


(...)


Estava agora a ligar o meu telemóvel, depois de ele ter carregado, pois fiquei sem bateria enquanto dormia. Quando o telemóvel, finalmente, ligou comecei a receber notificações de mensagens recebidas.

7 mensagens por ler: 5 mensagens de 'Sky'

2 mensagens de 'Ash'



Boa, porque tenho o persentimento que fiz merda enquanto estava bêbado?







*

Olá meninas, espero que gostem do capítulo!

Ultimamente tenho atualizado a fic, relativamente, se não mesmo regularmente, yeii.

Mas enfim, ninguém quer saber, para o próximo capítulo e durante os seguintes, pelo menos assim estou a contar, vou voltar com os mini capítulos das mensagens.

Se houver algum erro, peço desculpa, depois corrijo.


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xx

Messages With a Stranger; adb {AU}Histórias para pegar e não largar. Descubra agora